Impressões do 5×11, Sam, Interrupted by Polly


Sair esse coment demorou pacas, simplesmente porque as palavras me fugiam. O episódio causou em mim uma gama de emoções que não consegui ainda traduzir e muito menos processar e passar pro papel. Mas eu vou tentar. Não vai uma “impressão” como normalmente eu faço, mas eu realmente não sei como me expressar.. Eu vou tentar.. Apenas tentar colocar algum sentido em tudo que senti e observei no episódio. E pela primeira vez eu não sei se vou conseguir.. Mas vamos lá.

O que dizer de Sam,Interrupted??? Eu digo: outra paulada.. Outro episódio que me deixou com as entranhas apertadas de pesar e tristeza. Outro episódio que me fez pensar que não é nem um pouco fácil ser um Winchester. Outro episódio que me fez pensar o quanto a vida e suas escolhas podem muitas vezes nos deixar totalmente batidos.

Houve momentos engraçados? Houve. Houve momentos que pudemos aliviar a pressão. Mas de aproximadamente 40 minutos de episódio, esses momentos podem ser contabilizados em no máximo 5 minutos (destaque aqui pro momento “Hannibal”, o “Pudding” e o BOOP!). O resto do tempo foi totalmente “arrasador”. Me deixou mais uma vez com uma sensação de “PQP! Que coisa!”.

Eu acompanho sempre fóruns internacionais e nacionais após a exibição do episódio e por vezes me dá nos nervos as bobagens que eu leio. Mas o que realmente desperta em mim, muitas vezes é a frustração por ver que muitos não conseguiram mais uma vez ver por baixo da cortina do episódio. Muitos fãs não viram que o episódio foi uma lição de “A verdade? Muitas vezes melhor esquecer e seguir adiante, se quisermos permanecer inteiros”. Essa foi a grande lição. Aqui não havia resgate, não havia dúvidas, não havia questionamentos. Aqui no 5×11, só havia a verdade nua e crua do que significa ser um Winchester. Pra quem ainda não sabia ou não compreendia, aqui vai: “Ser Winchester significa ser tão, mas tão louco que nem a loucura propriamente dita lhes é permitido”. Period!

Mais uma vez os roteiristas novatos (quer dizer, nem tão novatos assim, afinal estão lá desde o ano passado né?? Hehehe) estão de parabéns. Andrew Dabb e Daniel Loflin deram conta do recado muito bem. Fizeram um episódio não-mitológico, mas com um fundo muito importante que nada mais é que os irmãos Winchester. Os escritores colocaram os protagonistas no centro do episódio, mas sem sequer citar algo do arco mitológico. Isso não é pra qualquer um. Os escritores fizeram um episódio stand-alone com uma importância e uma mensagem pra lá de significativa. Eles ganharam meu respeito. Desde After School Special eles vem se mostrando bons escritores, aliás desde Yellow Fever. E como bem disse a Ce, eles , os escritores foram corajosos de encarar a censura. Sim, a censura.. Porque lá nos States eles são chatos com isso. Tiveram alguns lances que poderiam ser considerados “impróprio” pro horário. Como por exemplo o exame de toque, o lance do Dean ser estuprado, o pudding. Se eles queriam barrar um ursinho suicida, não me espantaria se eles quisessem barrar muita coisa aqui também. Mas isso foi habilidade dos roteiristas e diretor, porque a cena foi “mostrada” sem “revelar tudo” e transmitiu bem tudo. Parabéns.. O fio da navalha ficou equilibrado.

Jensen pode mesmo ficar preocupado com esses escritores!!! Huahuahua (Numa convenção Jensen disse algo sobre isso)… Primeiro em Yellow Fever, eles o colocam pra gritar como uma criança assustada, depois em After School o colocam enfiado dentro daqueles shorts (que eu não reclamo nem um pouco!! Kkkkk), e agora em Sam, Interrupted temos o “Pudding!”..kkkkkkkkkkk… Sem contar o Boop! do Sam!! Foram cenas mais que engraçadas inseridas num contexto dramático. Foi mesmo muito bom.. >>>> Sem falar que esse Pudding me acompanha até nos momentos mais inoportunos!!! Sério!

O episódio mesmo não sendo mitológico como eu disse, teve uma dinâmica envolvente, uma dinâmica coerente e acima de tudo não ficou lá, jogado como mais um episódio qualquer. Desde que eu li a respeito dele, desde que eu li que teria cenas fortes e reveladoras, desde que eu li que Dean iria se encontrar e falar com uma psiquiatra, eu disse: “Isso vai ser no mínimo interessante”. E foi. Foi muito interessante e porque não dizer “doloroso”, ver os meninos se exporem dessa maneira. Em nenhum momento, desde que eu li os spoilers sobre o episódio eu pensei que o mesmo seria pra “discutir relação” e sim eu sempre achei que seria meio que um momento “fale consigo e veja o que acontece”. Não deu outra.. Dean e Sam se confrontaram com eles mesmos, com seus demônios internos e seus desdobramentos pra si e pro mundo que os cerca.

Vendo a cena inicial da mulher com o médico psiquiatra, eu penso o quão responsável e ponderado tem que ser um psiquiatra. Vejam bem eu disse TEM QUE SER eu não disse que SÃO. Um psiquiatra é um médico que tem como função primordial analisar, diagnosticar e cuidar da mente de um ser humano. Isso é algo carregado de responsabilidade e deveres. Um médico psiquiatra não deve ter em princípio, nenhuma barreira que o impeça de pensar e tentar entender a pessoa que está a sua frente. A pessoa que está ali precisando muitas vezes de ajuda. Uma ajuda que nem sempre consegue chegar de forma satisfatória. Talvez a psiquiatria seja um dos ramos da medicina em que o médico precise ser o “mais humano possível”, dentro de tudo que a definição determina. Uma vez um médico psiquiatra me disse durante meu estágio curricular num hospital universitário: “Nunca julgue uma mente humana, a loucura é sempre relativa”… E eu nunca me esqueci disso, e vendo o episódio me veio essa frase na cabeça.

Naquilo tudo que eles chamaram de “loucura” havia nada mais nada menos que “verdade”. Uma verdade nua e crua do que é ser um Winchester. Do que é levar aquela vida. Havia a verdade que muitos não acreditam ou não querem acreditar. Havia uma verdade cruel, pesada e cheia de significados. Uma verdade que estava escondida na “loucura”. Isso me deu uma tristeza enorme. Uma tristeza e um medo maior ainda. Medo de que tudo fique tão dolorosamente difícil e pesado que uma hora não dá mais. Uma hora aquilo vai explodir como uma bomba e alcançar os dois. Alcançar e destruir.

A verdade nua e crua que Dean e Sam mostraram foi assustadora pra muita gente, mas pra eles é como uma extensão de si mesmos. Já imaginaram isso? E ao mesmo tempo que eles se mostravam sem reservas ao mundo, eles estavam sendo analisados como “loucos”, como fora dos padrões. E o irônico de tudo isso é que eles não podem sequer se esconder por trás disso. Porque não é algo imaginário, é algo real na vida deles. Real e completamente insano. Paradoxal não é? Mas ao mesmo tempo muito revelador. Porque ambos, Dean e Sam, usaram o hospício como um escudo, como uma ferramenta para que ao menos pudesse colocar algo pra fora. Mesmo que não resolvesse muita coisa na prática, mas ao menos resolveu pra mostrar o quão ferrados eles são e estão.

Poxa, eles não podem nem sequer analisar a si mesmos, não podem nem sequer se dar ao direito de “duvidar” e tentar outra coisa. E isso tudo porque, como bem disse a Ce, eles são os heróis e os heróis se ferram e em Supernatural se ferram ainda mais. E com isso ficam quebrados, fragilizados, assustados. Isso os torna mais que tudo humanos. E com um agravante: literalmente estão levando o peso do mundo nos ombros. Deles, de Dean e de Sam, dependem a nossa existência ou o nosso extermínio. Já pensaram sobre isso?

Por isso que eu amei cada cena do Dean com a “médica”. Cada fala que ele trocou com ela e ali ele foi mais “Dean Winchester” do que muitas vezes. Ali Dean se expôs, se confrontou e se menosprezou como algo que valha a pena. Ela faz todas as perg que ele quer responder a si mesmo, ele levou literalmente sua “loucura” a ela, e ele tava falando sozinho o tempo todo, buscando sabe-se lá o que. Talvez aceitação, talvez mais rebeldia, talvez respostas que ele nunca quis saber ou que nunca buscou saber de verdade. Isso foi brilhante.

Sam nas suas explosões de raiva e medo também se expôs como ele realmente se enxerga. Como alguém que tem algo sombrio e assustador dentro de si, mas também um lado que ele não quer perder de jeito nenhum, o lado bom dele que é estar perto de Dean, o seu amor por Dean é que o mantém na superfície e não no fundo do poço. Mas hoje, Sam é alguém que não tem certeza de absolutamente nada a respeito de si. Alguém que só tem um objetivo: não cair. Mas não sabe como irá fazer isso, ou nem se terá o direito de fazer isso. Sam não sabe pra onde está indo, ele apenas está caminhando sem rumo, sem garantias, resignado como ele nunca foi. Entretanto isso tudo provavelmente terá um preço, e será alto. Isso é o que mais apavora o Winchester caçula. Qual o preço que ele terá que pagar por ser Samuel Winchester?

A mesma pergunta vale pro Dean.. A que preço?

Vale a pena se matar (não no sentido “puxar o gatilho na própria cabeça”), se auto-destruir desse jeito? Realmente não temos opções? Realmente sempre devemos fazer o que se esperam ou podemos e devemos chutar o pau da barraca? Temos ou não temos o direito de virar as costas pra coisas que não desejamos? Podemos ou não sermos donos do nosso “destino”?

O que mais de deixa contente nos meninos, principalmente em Dean, é que eles tem a noção exata de sua responsabilidade, de seu dever e do tremendo abacaxi que eles tem que descascar. Mas eu não posso deixar de me perguntar: Como eles farão isso? Como eles vão “sobreviver” a isso? Ou não vão?

Por isso quando Dean disse tudo o que disse a Sam no final eu não fiquei brava, não fiquei querendo mais..Eu simplesmente fiquei triste e com o coração pesado. Sam disse a Dean que estava com medo e tinha dúvidas, Dean disse que o momento sobre essas questões já tinha passado, não dava mais. Aquela coisa dita a Sam pode soar boba e cheia de arrogância pra muita gente, mas no final das contas quer dizer apenas isso: “Se você quer continuar inteiro. Não pense, não questione, não julgue. Apenas faça!”

Até a próxima pessoal!

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26 thoughts on “Impressões do 5×11, Sam, Interrupted by Polly

  1. Sinceramente?
    Eu não gostei muito do episódio…
    Esperava mais de um retorno de hiatus, talvez Dean e Sam nervosos pela morte da Jo e Ellen… Pareceu q eles nem lembravam delas… Ficou meio superficial pra mim…

  2. É claro que eles sentiram, principalmente Dean, eles não são de sentar e lamber as próprias feridas Yasmin!!

  3. Thayná

    Eu gostei do episódio, como disse: “Falou muito da vida real”, o episódio foi tocante, sincero e verdadeiro, eu gostei foi um dos melhores episódios na minha opinião.

  4. Jasmine

    Sinceramente???+1
    UM DOS MELHORES EPISODIOS !!!
    O que vocês queriam do episódio de retorno???Um combate sangrento?Com mais morte?Mais apocalipse??Nãao.Como foi dito no post ali teve um combate, mas o “eu” deles. Não via um episódio tão ‘perturbador’ desde “Yellow Fever”.Com toda ctz ali eles demonstraram o porque do clima tão tenso entre eles durante essa temporada. O peso nas costas deles e tudo mais, e puderam colocar a culpa toda na loucura!Ouvi muitas pessoas dizendo qe não queriam mais episodios engraçados… Falo, esse episódio foi tenso pra caramba e como ele entra na lista dos episodios mais engraçados???Meio tenso isso heim???Vi comentraios só sobre a parte do Pudding e ninguem realmente falando sobre a história do episodio e de toda a trama qe envolvia ele. Vi pessoas falando tambem que eles deviam voltar ao apocalipse.Cheguei até a discutir com um fã da série, pois eu disse qe em momento algum o tema apocalipse deixou Sam, Interrupted.Ali mostrou como eles se sentem tendo qe realmente fazer a escolha entre o ‘sim’ e o ‘não’.Como eles realmente se sentem em saber qe a escolha delas pode mudar o mundo!
    E Yasmim, logo no comecinho do episodio eles demonstram sim o q sentem por terem perdido Ellen e Jo…Pra mim é isso

  5. ostei do episódio, foi muito bom, e já to muito curiosa para ver o proximo 😀

  6. Sinceramente?
    UM DOS MELHORES EPISODIOS !!![2]

    No final eu fikei com raiva sabe, acho aq ta na hora do Dena falar, desabafar e seguir em frente e ñ enterrar as coisas e “seguir em frente” ta em aspas pq eu acho q eles ñ seguem em frente realmente o Sam ta tentado, mais o Dean fala uma coisa dessas pra ele e cmo q fica ¬¬ , mais foi um otimo epi.

    esperando o proximo ‘ 🙂

  7. Honestamente eu não gostei muito desse episódio.Mas lendo as impressões da Polly, só aumenta o meu desejo de ver o episódio 5.13…

  8. o episódio em si é muito bom. Mas acho que esse episódio quebrou o rítimo dos capítulos passados, esperava por um episódio envolvendo anjos e demônios. Queria um episódio dando continuidade a verdadeira história.

    obs.:Alguem sabe um site em que é um dos primeiro a aparecer o download de um capitulo novo?

  9. Jasmine

    Tinha o Supernatural Brasil, mas o site tá fora do ar…Com toda ctz era um dos melhores sites de SPN no Brasil.Agora eu não sei acho qe o SObrenatural Brasil colcoa rapido tbm

  10. Anonymous

    É isso aí polly, o episódio foi um soco no estômago.

    Eu espero, sinceramente, que haja uma grande reviravolta na vida de Sam, no sentido de que ele se torne uma pessoa feliz. Entendo os dramas do Dean, mas, convenhamos, ser o escolhido de Deus é menos traumático do que ser o escolhido do capeta. Além de se sentir responsável pela morte da mãe, da namorada, ida do Dean para o inverno, apocalipse.

    Nossa, acho que Sam precisa de colo

  11. Anonymous

    Concordo com td o que vc disse… Algumas pessoas só viram o lado cômico do episódio, mas eu fiquei meio chocada com a verdade crua que cada um dos dois irmãos teve que encarar sobre si mesmo. Achava a 3ª temporada a melhor até hoje, mas estou mudando de opinião e elegendo a 5ª temporada como a melhor até agora.

  12. jeansanz

    Adorei sua resenha!!!!
    me senti da mesma forma arrasada com tantas descobertas e como esses guris sao ótimos atores!!!!!

  13. Pedrin

    Affff Polly, voce pegou varios trechos de impressões internacionais, agora sim eu percebo a falseta que isso é…
    Me pergunto se tem mais coisas falsetas, assim como a conveção de Supernatural aqui no Brasil, que voces criaram…

  14. Michelly

    Suas Impressões estão Ótimas Polly 😉

    Eu gosteii do episódio achei bem interessente 🙂

  15. Jaaas

    Bom, a convenção do Brasil não foi inventada pelo site.A assessoria de imprensa do Sbt está entrando em contato

  16. L15♀

    Eu realmente gostei desse episódio. Ele teve tudo isso que a Polly falou. Eu achei tudo na dosagem certa, humor, terror e drama, tudo na quantidade certa pro tema.

  17. Anonymous

    Alguem avisa ela que Dean e Sam, os Winchesters, não existem. Viajo mto nesse comentario do epi.

  18. Eu realmente estou cansada de falar sobre isso.. Mas vamos lá..

    Pedrin

    A convenção não foi inventada.. Ela é um PROJETO e estamos trabalhando nele.. NUNCA FOI DITO AQUI QUE ESTÁ CONFIRMADA OK??

    Baby, leia e entenda antes de afirmar algo.. Por favor, isso já está ficando muito, mas muito cansativo..

    E quanto ao que você disse sobre eu “copiar coisas nos meus coments” eu entendo que vc me acusou de plagiadora? É isso?

    Querido, você vai ter que provar isso.. Estou esperando, ok?

    Aos demais, obrigada pela participação no blog. Qualquer tipo de comentário (desde que seja feito de forma educada e não onfesiva) é bem vindo, seja pra concordar ou discordar..

    Tenham todos um ótimo dia e um excelente final de semana..

  19. Polly, apesar das suas dúvidas, acredito que você conseguiu sim expressar as suas impressões sobre o episódio. Foi mais um soco na boca do estômago! Deixou claro o enorme peso que esses irmãos carregam… Também venho me perguntando há algum tempo, como ele irão sobreviver a tudo isso? Digo “como” e não “se”, porque não quero acreditar que eles possam não sobreviver… Enfim, estamos literalmente nas mãos de Erik.

  20. nala stipp

    o que mais ficou comigo desse episódio foi a ravia do sam, como ele se vê, com medo de ir “pro lado escuro da força”, e o dean com “literalmente” o peso de salvar 6 bilhões de vidas. ri em alguns pedaços, mas fiquei pensando em muitas coisas depois… a conversa dos dois no final foi legal… mas deu impressão que eles ainda têm ponteiros a acertar…

  21. Gabriel

    Parabens pelo texto Polly. Suas impressões são otimas pra quem como eu nao tem paciencia pra entrar em forum e ler um monte de besteiras.

    Confesso que não tinha percebido a ‘tensão’ do episodio até ler seu texto , talvez deva ver de novo…

  22. Polly, vc simplesmente tem o dom de escrever… Eu adorei o episódio, e o entendi da mesma forma que você. E, p/ finalizar, concordo com a Thayná, foi um dos melhores da temporada!

  23. Polly,é a primeira vez que leio as impressões sobre um episódio,pois sempre estou sem tempo.Mas parei para ler deste episódio,porque com todos que comentei,ninguém falou sobre o grande tema,o que estava por trás da cortina do episódio.As impressões a cima foram as mesmas q tive ao assistir e é uma pena que pouco puderam perceber.Parabéns você escreveu muito bem!!E ainda tem gente q quer mais episódios sombrios e q está cansado de brincadeiras.Supernatural nunca está de brincadeiras.Ser Winchester é muito mais do que possamos pensar.Nos resta tentar entendê-los e torcer para que tudo dê certo,ou quase tudo.

  24. John Winchester

    Boa Noite! PT – BR SuperNatural Fans
    Fórum: supernaturalfans.forum-livre.com Site: http://www.wix.com/SuperNaturalFans/PT-BR-SuperNaturalFans Group MSN: group1095169@groupsim.com !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  25. Grande análise! Você é ótima, Polly ^^
    Eu mesma tive grande dificuldade de definir esse episódio… Foi um retorno incrivel to torturante hiatus! Um dos melhores episódios da temporada, com momentos altos de humor e principalmente de analise e emoção… Um momento para os rapazes se recomporem e voltarem com tudo para a luta!
    Enfim, episódio excelente, mesmo! Os roteiristas estão de parabéns nesse, sem dúvidas…
    Para mim o ponto alto foi o dialogo no final. Você está certa, não faltou uma só palavra nele: foi perfeito e completo do jeito que foi. Totalmente Winchester eehe
    Eu realmente não acompanho as besteiras que as pessoas falam, mas para mim o episódio foi perfeito, sem tirar nem pôr! Exatamente o tipo de episódio que eu gosto.
    Adorei a analise, mais uma vez rsrs
    Bjinhos e até o proximo epi, Polly o/
    Rosetta

  26. Simplesmente amei esse episódio.
    Uma carga emocional pesada, confesso que me senti incomodada, com as sensações que ele me passou, angustiante.

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