Impressões sobre o 6×03 – The Third Man by Polly


Oh, yeah!! Clap Clap Clap para Ben Edlund. Sim, eu começo dando os parabéns a ele e a Robert Singer. Eles conseguiram fazer com que aparecesse uma luz em tudo isso. O episódio foi até aqui o melhor exibido até agora! Pode estar com um monte de questões, um bocado de coisa maluca, mas nitidamente aqui temos o “espírito Supernatural”. Temos a dinâmica da série aparecendo, aquela coisa ao mesmo tempo cômica e sombria. Ao mesmo tempo dramática e cheia de ação. E o mais importante, uma ligeira dinâmica melhor entre Dean e Sam, mesmo que nem tudo são flores. Está pra mais pra mar de lama, mas é isso mesmo que importa: lama e depois tudo limpo e esclarecido. Isso sempre foi Supernatural. Sujeira, mas nunca debaixo do tapete.



Nitidamente se percebe nesse episódio que eles são muito bons juntos, que eles devem ser um time, uma equipe e não dois estranhos que podem caçar monstros juntos uma vez que outra. Mesmo que Sam ainda esteja esse robô insuportável, e Dean esteja esse café-com-leite sem graça (tá, menos.. Porque ele nunca fica sem sabor! Rsrs), nesse episódio podemos ter um vislumbre do que eles são capazes e do que eles devem voltar a ser. Do que eles merecem ser.
Edlund e Singer sabem como ninguém transmitir o verdadeiro espírito de Supernatural. Suspense, drama, terror, ação, e humor negro. Isso sempre foi a série que nós amamos. E é isso que vai continuar sendo, mesmo que o horizonte pareça tão escuro. Esse episódio me fez ter confiança de novo, fez minhas esperanças brotarem com toda força. E definitivamente foi por causa de Edlund. Ele é hoje sem dúvida o melhor roteirista que Supernatural tem. Ponto pra ele e sorte pra nós! E quer saber? Eu adoro o quão nojento ele pode ser, o quão dramático ele é, e o quão sarcástico ele definitivamente é, e o quão “filosófico” e argumentador ele pode ser no meio desse caos todo.. Yeah!!!! “The Third Man”.. O terceiro homem.. Que terceiro homem? Cas? Balthazar? Deus? Sam? Raphael? Quem?



Vou dar os parabéns também a Jared Padalecki. Ele esteve muito bem o episódio inteiro. Ele se manteve constantemente num nível, e é muito bom ver o quanto ele cresceu profissionalmente. Sobre “outros quesitos” eu falo depois! Os olhares, expressões faciais e corporais, a voz dele, tudo isso foi de um profissionalismo surpreendente. Jared conseguiu fazer de Sam mais enigmático, frio, insensível e “mudado” como há muito tempo eu não o via fazer tão bem. Então ele merece todos os parabéns do mundo. O olhar dele quando ele está com a prostituta, quando ele paga, não sai da minha cabeça desde que eu vi. Um olhar frio, branco, e ao mesmo tempo cheio de deboche e desprezo por tudo e todos. Nesses momentos pode-se claramente acreditar que não temos mais Sam conosco. Isso é estranho, muito estranho, mas ao mesmo tempo fascinante. E eu acho que finalmente depois desse episódio, eu estou começando a encontrar o direcionamento principal dessa temporada. E eu penso que isso tem a ver com “almas”. O que elas são, como são formadas, pra que servem e porque diabos elas são tão importantes pro Céu e pro Inferno. E claro que associado a isso, a questão de almas, está Sam. E claro que Dean também, porque ambos tiveram as almas cobiçadas e aprisionadas e Sam voltou com algo estranho, no mínimo. Por que não poderia ser algo relacionado a sua alma? Outro questionamento que essa temporada com certeza nos atirou.
O episódio começou de forma muito nojenta e se manteve nojento.. rsrs.. E eu adoro isso.. Mesmo..Devo ter algo disfuncional, porque por vezes essas coisas mórbidas e nojentas me fazem ficar muito animada. E é uma característica de Edlund inserir bastante essas coisas nojentas aliadas a questões mitológicas. E eu acho o máximo! Pessoas se desfazendo em massas de sangue, bolhas estourando pelo corpo todo, insetos comendo massa encefálica, sapos saindo pela boca .. Nojento pacas, mas… Eu gosto! rsrs
Em seguida veio algo que não vemos muito em Supernatural.. Pessoas (leia-se protagonistas) “descamisadas”.. Ok, isso é um colírio pros olhos femininos, um “estímulo extra” pros masculinos e um orgasmo pros homossexuais. Agradou a todos.. huahua.. Mas a despeito da cena extremamente “caliente” o que chamou a atenção (tá, eu vou fazer de conta que foi isso o que mais me chamou a atenção huahua) foi a postura do Sam perante “sua noite e sua transa”. Onde foi parar o “I don’t pay, Dean”??  Não que eu ache que não se deve pagar por serviços contratados, mas isso é tão “não Sam”, que não deixa de assustar. Não apenas o fato dele estar com  uma prostituta, mas como ele se comporta diante disso: com puro deboche, desprezo e enfado. Se alguém tinha alguma dúvida sobre o comportamento do Sam comece a observar por aí sua postura nessa temporada.
Muito pertinente o nome da cidade onde eles vão cuidar do caso ser “Easter”. Isso significa “Páscoa”. E Páscoa vem do hebreu e significa, num sentido mais amplo, passagem da escravidão pra liberdade.  É literalmente uma libertação. É cheia de simbologia judaico-cristã, onde retrata a libertação dos judeus do Egito por Moisés e a ressurreição de Cristo. Além de que no contexto da Páscoa judaica existe também a menção de pragas bíblicas, o que foi também mostrado no episódio.  E também aqui, em The Third Man, houve meio que uma “libertação”. Um anjo se mostrou “livre” das amarras do Céu. A  simbologia de tudo está no fato de essa “libertação” sempre tem um preço a se pagar. E a grande pergunta é: qual seria esse preço?..
Dean nesse episódio voltou com suas tiradas características, seu sarcasmo mais que afiado e sua ironia a toda a prova. Ele estava em sua pele. Em todos os momentos possíveis isso foi mostrado a nós: Dean ainda era o Dean, mesmo que muita coisa tivesse mudado, tivesse sendo feito, aquele caçador briguento, leal, corajoso e instintivo ainda estava lá com força total. E que o lance de “vítima de tudo isso” não combina com Dean Winchester; ele não é vítima de nada. E exatamente por isso, eu sou grata a Edlund. Porque ele meio que reforçou as principais características do Dean mesmo que a realidade dele estivesse num outro nível, assim como acentuou a mudança nítida do Sam. Depois desse episódio ficou claro que Sam não decidiu apenas ser um caçador e abraçar a causa, Sam estava definitivamente num outro patamar e isso com certeza não é apenas algo relativo a matar quantos monstros ele conseguir. Nessa privada tem mais merda do que pensamos ou imaginamos.
Mesmo quando Sam tenta zoar do Dean, ele soa falso e muito calculista. Além de eu sentir que há um vago tom de ameaça, eu não sei. Como se ele estivesse o tempo todo avaliando a situação, pagando pra ver até onde Dean iria e ao mesmo tempo tivesse certo que ele tinha o controle da situação, que aquilo é exatamente o que ele planejou e desejava. Eu senti isso quando ele diz a Dean que foi melhor pra todos que Lisa aceitou tudo numa boa.
O episódio caminhava pra um lance mais mitológico e cheio de significados a medida que se descobria a ligação entre as mortes dos policiais. Um tom de justiça a qualquer preço. Literalmente “os fins justificam os meios”. E Dean e Sam perceberam que isso não era uma caçada tão comum como eles pensaram. Que isso poderia meio que ser resquício de Apocalipse e que os anjos se faziam necessários, já que demônios não tem sequer dado as caras. E então Castiel dá as caras depois da ótima oração de Dean pra ele! Huahua..
“Now, I lay me down to sleep, I pray to Castiel to bring his sorry fluffy ass right in here…Come on Cas! Don’t be a Dick!”… Só o Dean falaria isso com tanta naturalidade pra um anjo do Senhor que está em missão de colocar ordem na casa, já que o Céu anda uma anarquia, uma terra sem lei. E Cas tem muito serviço lá em cima e pelo jeito aqui embaixo também. Sam ensaiou uma bronca em cima de Cas por ele não ter aparecido antes, mas Cas disse com todas as letras e no modo mais “angelical” que ele não estava mais com tempo e paciência para problemas humanos, excetos aqueles que envolviam o Céu também, por isso ele apareceu. Assim como Cas deixou claro que ele não faz idéia de como Sam estava lá em cima de novo. E respondeu a dúvida se Deus ainda estava em férias ou não. Pelo jeito ainda está. E esse ar meio “robotizado” e “programado” de Castiel também chateou Dean, entretanto Castiel deixou bem claro que o foco dele agora é outro. É voltar a deixar o Céu em ordem, as questões humanas que se danem, exceto se isso envolver algo com o Céu. E o Cajado de Moisés é definitivamente algo que pertence ao Céu e era lá que deveria ter ficado. Por isso Castiel veio e por isso ele precisava agir.
Poderosas armas celestiais tinham sido roubadas. E claro que essas armas em mãos erradas causariam mais estragos que todos os demônios do inferno juntos. Eles tinham que agir e agora com “Cas superpower” novamente as coisas poderiam ser mais acessíveis, mas não mais fáceis. E eles descobrem onde está o tal Cajado. E quem o estava distribuindo aos pedaços? Um anjo. Claro, alguém que tinha acesso a isso. E o mais louco? Tudo foi uma troca, uma negociação. Uma alma em troca de da possibilidade de se corrigir uma injustiça. Colocando assim parece algo não tão grave. Afinal anjos supostamente deveriam ser “legais”, é o que as pessoas acreditam.  Mas isso é grave. Pelo jeito almas são coisas mais que poderosas, são objetos de desejo e mercadoria de barganha. O Céu e o Inferno as querem e as barganham com quem está disposto a fazer isso. Adorei essa abordagem.. Porque só o inferno tem gente gananciosa e inescrupulosa??
Anjos são babacas.. Definitivamente babacas, mas são seres que eu adoro quando são mostrados e enfiados na história. Isso cria uma nova dinâmica, uma nova perspectiva, afinal anjos em Supernatural não são em nada parecidos com que todos idealizam e imaginam. Anjos são frios, calculistas, estrategistas natos, e estão dispostos a qualquer coisa pra conseguir o que querem até mesmo torturar uma criança se isso significa obter algo importante. Dean como sempre, preza pelas pessoas acima de qualquer coisa, ele preza por salvar pessoas e não machucá-las deliberadamente. Sam deveria compartilhar disso, deveria desejar não ferir nada e nem ninguém, mas esse novo Sam não só concorda como indiretamente até ajuda Cas a torturar o menino ao impedir Dean de agir. Nesse momento há outro olhar de Sam sobre tudo, como se ele estivesse aprendendo ou buscando algo que pudesse ser usado. Eu não sei, isso me cheira mais como espionagem ou busca por algo que só ele pode fazer ou entender. Sam é um maldito mistério! Rsrs..
Cas finalmente descobre o nome do anjo. O nome daquele que tem as armas celestiais e que está usando-as conforme ele julga acertado. E além de tudo também há disputa de poder no Céu.. Oh, yeah!! Quem pensa que a briga eleitoral era só aqui, se ferrou! Lá nas esferas celestiais também existe ideologia política e cada um quer o seu pedaço. No Céu também existe briga pra ver quem manda mais e quem vai fazer valer sua vontade. Como se não bastasse a anarquia generalizada, a falta de comando, o roubo de armas, ainda tinham seres com resquícios de velha ordem. Com desejo insano de instaurar o Apocalipse a qualquer custo. Quem disse que o Apocalipse acabou? Oh, oh!! Errado. Ele está mais vivo que nunca. Rafael fez questão de manter o “espírito”. E agora Cas tem mais um pepino pra resolver. E ele não está nem aí pro que Dean ou Sam querem ou pensam. Ele é mais um que só quer fazer o que tem que ser feito e se Dean e Sam podem ajudá-lo, beleza. Se não podem, danem-se, ele faz do jeito angelical. E talvez não seja o jeito que as coisas devem ser feitas, certo? E um lado meio que “humano” de Cas deu as caras. Ele sente-se envergonhado pelas atitudes dos anjos. Cas no fundo também é um idealista! Ele aprendeu muito com sua “quase humanidade”, mas ele ainda é um anjo do Senhor, e ele vai fazer com que as coisas voltem pro seu lugar. Tarefa árdua pra esse anjo meio humano.
Um parênteses aqui. Volto a dizer que a “bagagem cinematográfica e televisiva” do Dean é um show a parte! Dr. No e Liberace? Só Dean pra fazer essas associações tão rápidas e tão certeiras. Adooooro!! Pra quem não sabe Dr.No remete a James Bond e ao início de tudo relativo a “Bond, James Bond”. E Liberace foi um grande “showman”, um artista musical que sabia como ninguém mostrar e divulgar sua arte e todo luxo que ele podia comprar.
E realmente a cena de Cas entrando na mansão a procura de Baltazar foi muito mais “Liberace” mesmo! Música pop e piano, ar de discoteca e sapos. Sapos tem vários significados. Prosperidade é o mais difundido.
E então temos a aparição de Baltazar. O cara que foi amigo de Cas e que  Cas julgava morto junto com tantos outros. Baltazar com um ar tão “estou curtindo tudo isso” e parecendo genuinamente contente em ver Cas novamente. Me chamem de louca, mas adorei esse anjo. Achei a abordagem dele, o modo dele agir muito bacana. Foge totalmente dos estereótipos dos anjos mostrados até na série e acredito que era esse mesmo objetivo. Desassociar os ternos aos anjos. O objetivo era mesmo fazer um anjo mais relax, e ao mesmo tempo muito poderoso e calculista, que sabia exatamente o que queria e estava fazendo.  Baltazar é um anjo que provou o sabor de “poder fazer escolhas”, ele descobriu que nem tudo precisa ser preto no branco, e que ele pode fazer a diferença. Quem ensinou isso a ele? Cas. E aí reside a grande ironia. Cas o ensinou a andar com as próprias pernas, deu a ele a oportunidade de “fazer seu destino” e agora pode estar vendo que o tiro saiu pela culatra. O sentido da palavra “liberdade” pode estar sendo totalmente deturpada, pode estar sendo usada de forma a destruir ao invés de construir. É a famosa liberdade sem responsabilidade e compromisso com o correto. Definitivamente está tudo uma anarquia, e na sua pior demonstração. E Baltazar é o típico cara que nunca teve nada e agora quer ter tudo. E grande problema é que ele realmente pode ter tudo, e ninguém sabe como ele irá agir com esse “tudo”. Isso é o grande lance do personagem. De qual lado ele está? Ele gosta de Cas, é amigo dele, mas vai estar do mesmo lado de Cas? Ou Baltazar vai seguir um rumo diferente e ser outra pedra no sapato de Cas?
Enquanto Cas ainda se mostra um idealista, Baltazar se mostra um cínico e cético. E o problema é que Baltazar tem poder pra colocar tudo a perder. Ele pode ser o típico cara que por ter armas poderosas se acha muito auto-suficiente e as coisas podem ficar complicadas. Rafael sabe o poder das armas e entra na briga pra obtê-las. Rafael aparece e se mostra tão obstinado e programado pra ser “anjo” quanto ele sempre foi. Nada e nem ninguém vai  impedi-lo de “cumprir a palavra”. Ele é totalmente fanático e não está nem aí pro resto. Rafael mostra sua força ao dominar mais anjos e ao encher Cas de porrada. Ele quase mata Cas e só não o faz porque Baltazar o impede, Baltazar salva o traseiro de Cas, usando uma das armas. Uma das armas do Céu, agora a arma que destruiu Sodoma. E com certeza o Céu tem muitas armas poderosas, basta dar uma busca do antigo testamento da Bíblia que com certeza se encontrará outras armas. Em algum momento vão aparecer outras, e saber que Baltazar as detém torna tudo mais interessante. Porque ele é imprevisível, no mínimo. Baltazar tira Rafael da jogada por enquanto.
Dean e Sam entram no samba. Eles dão as caras e tentam se meter em briga de cachorro grande. Fica bem claro que Dean de imediato não quer nada com essa guerra civil no Céu, ele ainda luta por e para as pessoas. Dean quer que o garoto seja libertado, ele sabe que não tem poder pra se meter com essa guerra celestial. E é onde aparece a grande revelação. É onde Baltazar confirma que uma alma vale muito e que são as únicas coisas que valem a pena. Pergunto: por que?  E então, Cas liberta Baltazar e ambos se vão. E mais lenha foi jogada na fogueira. E como bem disse Dean: “Malditos anjos!”.. O que é tudo isso afinal? Tá aí uma boa direção pra essa temporada.
E pra finalizar como sempre, uma conversa entre os irmãos tendo o Impala como testemunha. E essa conversa foi o ponto forte do episódio. Foi o ponto onde tivemos a absoluta certeza que nada mais vai ser como era antes em Supernatural. Que Dean e Sam talvez nunca mais voltem ser aqueles irmãos que um dia foram. Não com essa postura dúbia, debochada, arrogante e cínica do Sam. Não com essa “moleza” do Dean, em não pegar esse moleque pelo colarinho e dizer: “Deixa de ser idiota que nós somos mais que esses dois estranhos caçando juntos”. Eles passaram por muitas coisas, é mais que natural que ambos estejam muito diferentes, ambos tenham novas prioridades. É natural que um esteja mais arredio que o outro, é natural que um esteja preocupado com o outro, é natural que o foco tenha mudado. O que não é natural é a essência de cada um mudar tanto. Não é natural cada um perder “sua alma”. Isso sim é o mais traumático, é como se nenhum deles estivesse na sua pele, nenhum deles fossem eles de verdade. Isso incomoda e deixa a todos sem rumo. Até mesmo os atores. E como bem disse Jensen, é um desafio. Um ótimo desafio. E agora, eu estou disposta a pagar pra ver onde tudo isso vai dar. Eu apenas espero que realmente não fiquem na ladainha de “Sam está mentindo e Dean vai ficar magoado quando descobrir”. Isso já deu!
Penso que finalmente a sexta temporada começou!!!! E vamos ao quarto episódio. Vamos ao debut de Jensen Ackles na direção e ver como ele se saiu. Vamos ver se ele é tão bom diretor quanto ele é excelente ator!!
Seeya guys!!
Como sabem, seguem momentos totalmente insanos. Selecione quem quer ler, e quem não quer? Passa régua e ignore. Bjocas.
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– Ok, eu sabia que Jared estaria aparecendo meio que “descamisado”, mas Jensen também??? Fuck off!!! Isso é duplo golpe baixo!! Mas não me verão reclamar disso.. No hell way!! E o melhor?? Nem foi Sera que nos deu esse presente, foi Edlund!! Huahuahua.. O cara sabe agradar o fandom!!! Uhuuuuuuuuuuuuuuuu…
– Ok, isso é o que todos estão falando e eu não fico atrás.. PQP Jared Padalecki !!!!! Vc não precisa ser tãããão…gostoso assim… Ou melhor, precisa sim, porque caso contrário, como é que iríamos tecer nossas fantasias? Caraca, a forma física dele é perfeita, mesmo que eu prefira homens menos musculosos, eu não posso negar que agora ele está no ponto. Ele definitivamente perdeu aquele ar “super malhado a qualquer custo” e conseguiu o ar de “malhado e gostoso no ponto certo”.
– Jensen???? Ounnnnnnnnnnnnnnn.. Eu sei que era um ato ali, uma atuação, mas não é pecado nenhum imaginar aquilo acontecendo. Aquele ser dormindo placidamente, e sendo acordado com beijos e em seguida ele retribuindo beijos matinais, mesmo com bafo!!.. E o melhor dormindo sem camisa, e quiçá sem outras coisitas mais!!! Ver aqueles olhos verdes sonolentos, desfocados e só aceitando e querendo carícias??? Não tem preço!! Yayyyyyy!!!
– Modo fanzona on: Robert Singer aparece no episódio!!! Yayyyyy.. Por volta do minuto 08:23, ele é o médico que está meio que mostrando algo ao enfermeiro quando os meninos estão entrando no hospital.. Amei isso!! Yessssssssssssssss!!
– Eu posso apertar a bochecha do Dean quando ele diz “Do you copy?”, deixa apenas um olho fechado e faz de cara de menino travesso??????????? Aunnnnnnnnnnnnn..
– A citação de “bond” entre Cas e Dean >>> gay pacas.. Juro que eu pensei que Dean fosse mandar Cas ir a merda. Kkkkkkkkkkk..  Isso (esse lance de “bonds”) tem aos montes em fanfics… huahua..
– E graças a Deus aquele “pedaço de merda” se foi!! Aquele carro que “implica” se foi! Huahuahua.. Sam, querendo ou não, volta a ser o carona! O Impala não precisa de uma coisinha daquela do lado! Rsrs.. E adorei ver que no IMDB o Impala consta como um personagem da série! Rsrs..
– Ok, vamos combinar que esses anjos são gatos pra caramba!! Cambada de homens sexys do inferno!! Ou melhor do Céu!! Deus é boa praça, porque tem bom gosto pra anjos, mesmo que eles sejam babacas! Quem se importa com isso nessas horas? Huahuahua..
– Por mais que essa iluminação nova não seja muito a cara de Supernatural, eu como admiradora da beleza dos atores, estou adorando. Mostra a maturidade de Jensen e a face linda e diliça de Jared, com aqueles olhos lindos, e aquelas pintinhas maravilhosas. Além de que cada sarda do Jensen fica mais que nítida. Adooooooooooooooro!!!
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Provar aos fãs que a boa e velha série amada por esses cinco anos ainda tem caldo. Se Two And a Half Men provou isso? Hell yeah! Provou isso e muito mais.

Antes de chegar ao episódio em si, gostaria de agradecer a todos que comentaram nas impressões do 6×01 e me desculpar por não estar tão participativo na conversa, mas lhes garanto que li todos os comentários. Agora ao episódio:


O episódio começou com um certo sentimento que me fez lembrar de suas primeiras temporadas, toda a tensão da cena sendo focada em uma unica coisa, o bebê, o desespero da mãe em salvar a criança a todo custo me deixou estático, prendi a respiração junto da mulher quando ela se escondeu de baixo da cama, toda a tensão gerada na cena se prolongou ao resto do episódio, mas disso, tratamos mais abaixo.


“You will never, ever, shoot a gun. Ever!”



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