[Análise Hunter] Brother’s Keeper, por Polly

Helloooo… I’m back bitches!

Sim, peeps, eu estou de volta. E antes da minha análise queria dar uma breve explicação a vocês, seguidores do blog: eu estive ausente por alguns meses devido a problemas pessoais, familiares e de saúde, que me obrigaram a me afastar do blog e da equipe Ghostfacers, mas não da série. Fiquei atrasadíssima com episódios, mas Supernatural é meu vício, e eu amo muito me envolver com o seriado. Agradeço do fundo do meu coração as várias mensagens que recebi, querendo saber de mim, se preocupando comigo e mostrando o carinho de vocês. Meu muito obrigada! Vocês são incríveis. Assim como são mais que incríveis minhas amigas e parceiras de blog: Su, Vicki, Val, Luiza e Clarice. Principalmente a Vicki e a Su que seguraram a onda e me deram o tempo que eu precisava. Vocês não tem noção da minha gratidão. Eu estou voltando a ativa. E para aqueles que achavam que eu tinha sumido do mapa, e que estavam felizes com isso, digo: só lamento, mas tô de volta, firme e forte.

Novamente obrigada a todos e vamos à análise… #KeepAlwaysFighting

Introdução… Como não amar Carry On em todas as versões possíveis… Esse é o nosso hino, a nossa marca registrada desde Salvation… E a versão feita no episódio 200º foi de arrepiar e não poderia ser deixada de fora. Nunca! E claro que muito menos a velha e boa versão de Kansas! Só quem é hunter entende!!

E na recapitulação toda a emoção da décima temporada, todos os principais acontecimentos e o foco principal: Os Winchesters. Dean com sua ‘maldição’, a Marca de Caim e Sam fazendo de novo o que ele fez na terceira temporada: tentar salvar seu irmão, custe o que custar. Como não amar esses dois? Mesmo que eles façam coisas das quais não gostamos ou concordamos, mesmo que eles tomem todas as decisões erradas do mundo, mesmo que eles sejam um asno um com outro muitas vezes, como não amá-los? Como não compreendê-los? Como não entender cada decisão, cada escolha, cada palavra dita? Eles são heróis, mas heróis imperfeitos. E isso os torna heróis humanos ou humanos heróis, tanto faz!

A produção de Supernatural é algo fenomenal. Eles nos pegam nos detalhes, nas pequenas coisas. Como por exemplo, a foto deles pequenos com Mary enquanto Sam analisa os arquivos de Charlie. Isso nos remete lá na primeira temporada quando tudo começou, nos faz relembrar de coisas que eles passaram, viveram e decidiram fazer para chegar até aqui. E com isso o amor, a paixão, a dedicação pela série é renovada em segundos! Impressionante!

Sam em full mode quando afirma para Cas que vai salvar Dean! Determinado, focado, decidido, lógico e ao mesmo tempo uma angústia palpável por não poder fazer muito, por estar nas mãos de outra pessoa (Rowena) o futuro de seu irmão. Palmas para Jared Padalecki! Do mesmo modo que na sexta temporada, onde ele fez um Sam babaca e literalmente desalmado de forma espetacular, ele agora faz o Sam que eu amo em Supernatural. E em seguida aparece Dean num estado deplorável, lastimável, tentando convencer a si mesmo que ele estava bem quando está claro que ele está é no fundo do poço.

E ele perdeu totalmente qualquer ‘filtro’, qualquer decência no que diz respeito a ‘ao menos tentar’. Dean está mostrando seu lado mais instintivo, animal, despudorado, cínico, frio, implacável. Se o Purgatório o ‘purificou’, a marca de Caim está ‘libertando’ os sentimentos mais primitivos e baixos de Dean. Sentimentos que ele sempre teve, mas estava ‘trancado’ e ‘controlado’ por causa de sua força de caráter, de sua lealdade para com os negócios da família e com a humanidade, de seu amor por Sam. Principalmente seu amor incondicional por Sam o manteve ‘são’ durante tanto tempo. E é engraçado como esse mesmo amor o está fazendo se autodestruir porque como sempre Dean acha que tem que carregar o mundo nas costas e proteger Sam sabe lá do quê. Dean teve atitudes deploráveis em boa parte da temporada, ele foi um asno com Sam no que disse respeito a Charlie, mas ainda é impressionante a forma com que Jensen Ackles consegue fazer com que não sintamos raiva de Dean, e sim uma forte necessidade de ajuda-lo, de proteger de alguma forma. Penso que seja exatamente assim que Sam se sente (sentiu) durante toda a temporada.

Rowena, Sam e Cas. Uma grata surpresa o trio maravilha. Rowena com sua frieza, suas estratégias baixas e sua aparente afetação com tudo a sua volta, seu deboche e hipocrisia deu um toque a mais nos vilões da série. Ela sabe o que quer e vai atrás. Dane-se o resto. Isso sem dúvida é uma qualidade dos melhores vilões. Rowena é magistralmente uma vilã, uma antagonista das boas. Inteligente, sarcástica, estrategista, manipuladora, calculista e muito determinada. Sam e ela tiveram ótimos embates. E se até um demônio desejou ser amado, por que uma bruxa milenar e malvada não teria um sentimento de amor dentro de si?

Como eu disse antes, Dean perdeu todo e qualquer pudor, qualquer consideração que ele tinha por quem quer que seja. Ele não tem mais nenhuma paciência para ‘salvar’ vidas, desde que ele esteja fazendo o seu trabalho, que é matar monstros, o que automaticamente meio que sacia a marca, uma vez que ele sente necessidade de matar seja lá o que for. E é palpável que o que, talvez chamamos de consciência, está nitidamente desaparecendo de Dean. Ele permitiu que Rudy fosse morto como um qualquer, sem nem ao menos piscar em arrependimento ou raiva por um monstro ter ceifado outra vida humana. E esse não é o Dean que conhecemos, ele é um ser totalmente novo, mas ainda com um certo quê de Dean. Basta prestar atenção na cena dele lavando as mãos e vendo as imagens de Castiel e Rudy no espelho. A dúvida, a incerteza, um certo remorso até, e depois a explosão de raiva, de ira, quebrando tudo ao redor. Freaking Jensen Ackles, obrigada por fazer um trabalho tão brilhante!

Sam chegando na cena da morte de Rudy e ouvindo a menina dizer “Simplesmente o deixou morrer”, e isso traz uma angústia a Sam, porque ele sabe que seu irmão jamais deixaria isso acontecer se ele estivesse em pleno controle de si. O olhar de “Oh não Dean! Não você!” quando o xerife faz um breve resumo do que aconteceu é outra expressão maravilhosa da luta de Sam contra o tempo.

Cas e Crowley. Como sempre as tiradas de ambos são incríveis. Crowley com seu sarcasmo e frieza, e Cas com sua objetividade nua e crua. Adoro isso! E claro que Crowley não ia deixar passar a oportunidade de tripudiar de um anjo do Senhor, mostrando sua vaidade e até nesse momento, sua superioridade a Cas, no que diz respeito a ajudar Dean. E Crowley brilhou os olhos ao ler que tinha que obter algo que Rowena ama. Isso o fez ajudar Cas, porque o que ele puder fazer para ferrar com sua mommy, ele vai fazer. Isso é que eu chamo de família disfuncional!

E Sam finalmente pensa ter achado Dean, porque todos nós sabemos que onde a baby está , Dean estará. Mas qual não foi a surpresa de Sam e nossa também quando ele achou o bilhete no meio do quarto destruído. “She is all yours”, é a última declaração de que Dean estava abrindo mão de tudo, que ele ainda confiava em Sam pra cuidar de tudo que lhe é importante. Porque o Impala é o lar deles, é onde tudo de importante e marcante aconteceu com eles. Baby carrega toda história de vida deles. Parabéns produção e Carver por nos fazer emocionar com um simples bilhete e seu significado.

E Dean finalmente invoca aquilo que ele acha ser sua única solução. Ele invoca a Morte. E como é divertido ver que a Morte adora uma comida, como fica implícito que o que ela mais deseja é muita comida ruim e prejudicial para que ela venha e se satisfaça. Ótima alfinetada (e das grandes) nessa sociedade gulosa que enfia pra dentro do corpo toda e qualquer porcaria. E deixa bem claro o humor negro disso tudo: tudo que é gostoso e bom, a Morte aprecia. Amo muito tudo isso! (Sem trocadilhos hahaha).

E claro que na vida dos Winchesters nada seria fácil! E não é que um deles está carregando a chave para a Escuridão? Algo tão poderoso que Deus precisou de um exército de anjos e arcanjos para trancafiá-la, a qual é praticamente indestrutível e que pode destruir tudo e todos ao redor, sem contar o peso incalculável para quem a carrega. Ela corrompe, ela destrói, ela transforma, ela é mais forte do que qualquer coisa vista. O inferno e seus demônios parecem ser um filhote perante tanta maldade, e como o próprio nome diz, é a Escuridão em plena forma. E quem é que carrega a chave e tem o controle dela? Nada menos que Dean Winchester! Como ele mesmo disse: Fan-fucking-tastic! Desgraça pouca é bobagem na vida desses meninos!

Conversa entre Dean e Sam ao telefone. É pra matar qualquer hunter! Me deu uma dorzona ao ouvir Dean dizer: eu tentei Sammy. “Sammy” na boca de Dean é música ao meus ouvidos. Tanto carinho e amor numa simples palavras. Como pode isso?? E quando ele diz: “Bro, I’m done”, eu voltei lá na primeira temporada, em Scarecrow quando eles estão falando também ao telefone. O tom de derrota de Dean, Sam tentando assegurá-lo que tudo ia ficar bem. Ahhh, esses meninos!!

Crowley e suas entradas triunfais… Agora que ele voltou com força total a ser o Rei do Inferno, ele não ia deixar passar a oportunidade de aterrorizar, se fazer superior e matar sem dó nem piedade. E a história de Rowena, recheada de palavrões. Isso sim é uma conversa demoníaca! E é lógico que até os vilões amam! Quem disse que não? Crowley só desejou ser amado! Por que Rowena não amaria alguém? Oskar foi o sortudo!

O restaurante na beira da estrada me lembrou tanto a Roadhouse! Velhos sentimentos revividos… Inegavelmente Supernatural tem esse poder de reavivar emoções há tempos esquecidas e/ou guardadas. Sam tentando argumentar com Dean para que ele repense, para que ele o ouça. A Morte fazendo colocações que todos nós sabemos verdadeiras: se Sam não for morto, Dean pode ser enviado para outra galáxia que o caçula vai atrás.

E Sam confronta Dean. Joga na cara do irmão que ele foi moeda de troca, que ele escolheu a humanidade, o Universo a ele. Dean retruca que não, ele escolheu continuar salvando vidas. E foi só eu, ou alguém achou suspeito o olhar que Sam atirou a Dean? Como se ele realmente soubesse que havia algo ali. Algo que não encaixava. Pode ser coisa da minha cabeça, mas eu acho que Sam teve algum vislumbre, alguma esperança.

Dean continua suas colocações, seus pontos, suas justificativas. Sam tenta rebater todas elas, tenta se desculpar por coisas ditas e feitas que, gostando ele ou não, ficaram marcadas. Sam retruca cada uma das colocações de Dean, afirmando sempre que não, que eles não eram ruins, maus, uma peste no mundo. Que eles apenas eram humanos que foram jogados no meio da maldade e que eles de certa forma, sobreviveram a isso e que meio que preservaram o que eles têm de melhor: o amor um pelo outro.

Não vamos ser hipócritas e não enxergar que todas as palavras ditas por Dean tem um fundo de verdade, e é uma verdade dura e crua. Que eles carregam pesos que outros jamais sonhariam em carregar, culpas que nunca julgaram capazes de sentir, mortes que nunca quiseram cometer. Mas é verdade. É duro, mas é verdade. Bem como é verdade que Sam acredita que sim, eles fizeram tudo isso, sentiram tudo isso, mas nunca perderam a essência de bondade, coragem, lealdade e amor entre eles e para com eles mesmo. Sam mostra com todas as letras que ele acredita no amor, na força deles, na união deles e que Dean não é e nunca será algo ruim. Como alguém tem coragem ainda de afirmar que Sam não ama Dean? Na minha concepção, e vejam bem é MINHA, foi a primeira vez que eu senti que Sam realmente ‘enxergou’ Dean e viu o grito de socorro por detrás daquela bravata. E foi então que veio a briga. Como se Sam precisasse enfiar juízo a força naquela cabeça dura. Veio então a única forma que Sam percebeu que Dean veria que ele não era nada daquilo que ele estava dizendo. Ou acredito até mesmo que Sam precisasse liberar alguma frustração, raiva contida e até mesmo esticar a corda e testar os limites do seu irmão. Acredito que foi por isso que ele iniciou a briga, para que Dean explodisse e mostrasse que ele era capaz de controlar o que quer que fosse. Que mesmo a Marca não iria fazer com que Dean realmente desistisse daquele jeito.

E pode ser outra maluquice minha, mas quando Dean tirou o lenço da mão e olhou pra Sam, algo aconteceu ali, algo se passou entre eles. Era como se Sam estivesse ouvindo Dean dizer o que disse a ele lá dentro daquela igreja: “Vamos dar um jeito ok? Como sempre fazemos. Vamos. Deixe estar, irmão. Eu cuido de você, irmãozinho.Você vai ficar bem.” E a briga continua. Dean com uma expressão gelada, impassível. Naquele momento eu pensei: “Swan Song”. Me veio tudo de novo. A frieza de um deles enquanto o outro não largava o osso, a determinação de um deles enquanto o outro era tão determinado quanto, a entrega total de um para o outro. (Desculpe aí, mas os defensores de wincest tem um material e tanto na mão). A confiança sem tamanho que um tinha no outro, o amor incondicional, a certeza que nada e nem ninguém iria destruir esse sentimento. Emocionei muito e vi ali que aconteça o que acontecer, nada, mas nada mesmo vai separar esses dois. E do mesmo modo que em Swan Song quando as lembranças do Impala trouxeram Sam de volta, eu creio que as fotografias deles com Mary reforçou a decisão de Dean de não desistir deles. A Morte fala, diz palavras que sabe que atingem Dean, sabe que o ponto fraco dele é a família, mas o que a Morte parece não saber que também é o que mantém Dean vivo, é o que dá força a ele pra fazer as coisas que ele faz e que ele não seria Dean Winchester se desistisse disso, se desistisse de sua família e de tudo que ele já fez. O “Forgive me” creio eu, que seja mais por Dean realmente não fazer o que Sam disse a ele que teria feito e o que gostaria que Dean fizesse lá na nona temporada. É como se ele dissesse: “Desculpe, eu não fiz de novo. Eu escolhi você de novo”.

E então a ‘ceifada’ no Ceifeiro Mor. Na Morte. E ela se foi e… WHAT THE FUCK?? Como assim matar a Morte?? E foi exatamente essa cara do Dean: “Que merda foi que eu fiz dessa vez?”. E a do Sam de: “Dude!”… Eles nem tem tempo de processar nada quando o feitiço (a maldição) é desfeita por Rowena e a literalmente atinge todos como um raio e sai do corpo de Dean.

Voltando a Cas, Crowley e Rowena… Que trio de atores fantásticos, me arrisco a dizer que foi a primeira vez em Supernatural que coadjuvantes e protagonistas tiveram uma igualdade de importância no que estava prestes a acontecer. Um acontecimento estava diretamente ligado ao outro, mas sem estar acontecendo no mesmo ambiente e cada um com suas nuances. Isso é um dinamismo muito bem elaborado e executado. Crowley como sempre é o centro das atenções; com falas marcantes, fortes e esclarecedoras. Ele literalmente não tem papas na língua quando o assunto é ir direto ao ponto no que lhe convém. Ele quer nada mais do que pisotear sua ‘mamãe’ e mostrar a ela que ele é melhor. Que ele pode. Que ele sabe. É uma guerra de egos e vaidade impressionantes. E Rowena como boa vilã, tem cartas na manga, tem palavras afiadas e um jeito todo especial de tratar seu ‘filhote’. Mas como sempre diz o ditado, filho de peixe, peixinho é. E Crowley não ia nunca perder a oportunidade de fazer sua ‘mommy’ sofrer, de fazê-la odiá-lo, de humilhá-la; porque como eu disse antes: essa família é muito além de disfuncional. E Crowley magistralmente joga a batata quente na mão de Rowena. “Só é cruel se você for em frente”. Ou seja, ele diz: não fiz nada, você quem vai fazer.

Uma entidade milenar como Rowena está mais que calejada com o que quer que seja. Ela não iria nunca colocar todas as cartas na mesa. E foi o que ela fez, tirou a Marca conforme o combinado, e assumiu o poder da magia como ela sempre quis. Resta saber o que ela vai aprontar com isso. Um gancho e tanto para uma vilã bem construída e bem desenvolvida por Ruth Connell. E só nos resta esperar. Porque ao que parece ela se livrou do ‘filhote’ querido e tem Castiel sob seu poder. Sem falar no Livro dos Condenados que com certeza tem a maldição pra trancafiar de novo a Escuridão, ou ao menos deve ter algo que diz como lidar com isso. Gostando ou não os Winchesters estão ‘presos’ a Rowena.

E chega o final de episódio. E novamente momentos nostálgicos. Fumaça preta como nos primórdios do seriado… Mas antes disso temos um momento em que Sam tenta se apegar “à normalidade” que tudo correu bem. Mas desde quando algo corre bem na vida desses marmanjos? Desde quando tudo seria fácil? E claro que não é. Nem eles mesmos acreditam nisso. E então a Escuridão chega em forma de raios e penetra na terra. Ela explode e se une de forma violenta e muito sinistra numa força avassaladora e vem engolfando tudo. Um tanto poético isso não? O Universo vivia na Escuridão e agora ela veio novamente e dessa vez parece que Deus não está por aí vagando e fazendo um exército de anjos e arcanjos para aprisioná-la.

E fica a pergunta: como diabos eles vão se sair dessa?? A única pessoa que sabe é Jeremy Carver e só nos resta esperar até outubro pra descobrir! Mas não esqueçamos que Metatron está solto, Rowena está mais poderosa que nunca e que temos os Franksteins (aka Stynes) soltos por aí que também querem o livro. Assunto não falta pra próxima temporada! E nos vemos lá, bitches!

 

– Momento fangirl :

– Dean quebrando as coisas no quarto e eu pensando: aôôôô lado animal mais sexy do mundo!!

– Dean socando Sam, e os cabelos do moreno revoando e eu pensando: que delícia deve ser enfiar os dedos nesse cabelo macio e sedoso.

– Eles fazem de propósito, só pode. Colocar aquela camisa vermelha linda no Jensen quando ele está bravo e brigando é pra fazer explodir ovários… E testículos!

– Pedaço de carne branca… Nesse caso o braço branquelo do Jensen quando a marca sai.. Gzuis diliça!

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12 thoughts on “[Análise Hunter] Brother’s Keeper, por Polly

  1. Minamaluka

    Adorei sua análise! Que bom que você está de volta, você escreve como eu gostaria de um dia escrever! Detalhe que eu também observei com vontade aquela carne branca da pele do Jensen! kkkkk morri com essa!

    Temos formas muito parecidar de analisar a série, por isso gosto do seu texto. Também acho que Dean retirando a mesma faixa da mão como ele colocou na mão do Sam na final anterior mostra o mesmo sentimento, de que tudo vai dar certo, que ele só quer o melhor para o o Sam. Só que o melhor nesse caso era matar ele e ir morar no espaço. Nada bom Dean. E claro que o pedido de desculpas era para dizer que ele tinha escolhido a opção mais egoísta que ele poderia escolher, e ainda assim heróica e altruísta: salvar o irmão e não o mundo. Não é fácil ser herói! Só não concordo com você quando diz que pela primeira vez Sam enxergou por debaixo da casca de mui matcho do Dean. Por mim acho que Sam sempre viu isso, desde a primeira temporada, no episódio Faith (aliás um dos meus favoritos), onde Dean aceita morrer e Sam só quer salvar o irmão. Estamos revendo isso agora. O que você acha que vai acontecer no próximo ano da série? Eu não consigo parar de fazer novas teorias na minha cabeça e em nenhuma das análises vejo essas teorias, será que só eu fico fervendo de ideias até sair a próxima temporada?

    1. cris

      poxa vida Minamaluka, acabei de postar um comentario com um “quase plagio” do seu! Citei faith tambem, acredita! Te juro que comentei antes de ler os comentarios. Agora, garota, não seja winchestercamente egoista e divida suas teorias com a gente!

      1. Minamaluka

        Cris eu na verdade dividi algumas das minhas teorias quando fiz o texto para esse episódio, só estou esperando que publiquem e ver a opinião de todos sobre as minhas maluquices.

  2. Ana Célia

    Ótima análise Polly! Amei o “Momento Fangirl”, pois tive as mesmas observações. Nunca aquele cabelo do Sam esteve tão lindo: leve, livre e solto.

  3. Wow! Wow! OLá bitche kkkkk Vamos dançar comemorar hehehe ! Quem é vivo sempre aparece. kkkkkk

    Polly não decepciona, arrasa quarterão! kkkkk

    Sabe quando você ler algo tão impressionante e acaba ficando assim de boca aberta? Wow . Deve te levado uma semana pra escrever tudo isto! Record!

    Eu estou assim , boba feliz , feliz mesmo.

    Outro dia pensei que havia desistido. E pra minha alegria ,constato que não, não abandonou agente.Bem vinda Polly! Você é inesquecível.

    Reconheço que de vez em quando , passam diversas tormentas em nossas vidas cotidianas, mas jogo de cintura conseguimos supera-las, e estamos aqui…Firmes e fortes.

    E você trouxe com sua análise o borbulhar do amor , novo acender da paixão pela serie que nós amamos.

    E Deus sabe o quanto necessitamos disto. 10 anos depois ,precisamos desesperadamente envolver os fãs para que continue assistindo os Winchester . Jensen merece isto ,Jared merece também.

    E fiquei emocionada.

    De forma limpa e fervorosa destacou cada virtude de cada personagem. Exaltou Rowena , que eu amei kkkkk, sem duvida um dos vilões com mas carisma dos últimos tempos. Com sua interpretação sutil , deixou no chinelo muita gente.

    E por outra vertente , você até destacou Castiel, Crowley .kkkk

    E por ultimo a cólera crescente de Dean!O desespero de Sam vendo o tempo passar e não conseguindo salva-lo . Mas uma vez estava dando com os burros nágua ! E assim ele se deixa levar pelos os fins, que justificam os meios se aliando a Bruxa. E por fim até mesmo se doa em sacrifício pelo irmão . Nossa era isto que eu esperava dele. Se doar, e claro Dean não mataria Sammy. DE Jeito nenhum!

    Em outra parte destacou que agente não conseguia ver nada erado no comportamento do loirão. Tudo basicamente ,era justificado.

    Agente acostumou a condena sempre o Sam, e quando Dean erra ,absolve.

    Aaaaahh Polly eles não são asnos teimosos Rsrsrs. São alces duelando.

    E Sim teve o impala , sim teve as fotos. Mas o mas importante foi o amor. Eles são co-dependentes de suas companhias. Ambos sabem que a morte não é a ultima fronteira . Porém precisão de um e de outro para viver ,respirar o Yin -yang no universo Winchester.

    Gastei uma caixa de lenço . E sim, notei os cumprisses olhares , mas não dei enfase naquele momento. Agora ,você especificando, teve mas sentindo.

    As entrelinhas…Sempre tem entrelinhas. Eles consegue até enganar a morte.kk

    E elogiar Jensen é chover no molhado , ele é estupendo . E Jared tem se dado inteiramente. Sempre torci pra que chegasse a este patamar . E acredito em minha singela opinião que ele chegou, com muito esforço equiparou ao talento de Jensen. Jared foi perfeito.

    E assim mas uma temporada chegou ao seu final. E VAMOS PARA 11 , PARECE QUE JÁ FOI CONFIRMADO ,TERREMOS A 12 KKKKK HAJA INIMIGOS!

    E como estou, sem o que fazer , comento todas as análise para incentivar nossos colegas ANALISTAS . Desculpe por meus comentários repetitivos , mas é por pura solidariedade .

    Meu cardápio de baboseira acabou, por hoje kkkkk

    Beijos Polly não some do mapa ,viu!

  4. cris

    YUhuu!! Welcome in back, bitch! Começando pelo final, acho que voce vai ter que dividir seu momento fangirl com meio fandon, porque sinceramente, né? Dá pra deixar passar não. Esse episodio ainda tá me arrepiando. Cada analise que leio, cada comentario, eu acho alguma coisa que tinha deixado passar. Acho que é essa a magia: milhares de olhares diferentes, muitas opiniões, que acabam se “amarrando” num sem- fim de possibilidades. Realmente, Sam ouviu mesmo o grito de socorro do irmão, mas eu cá sempre soube que Sammy ama Dean na mesma proporção, e há vi (eu) ele enxergar através das bravatas de Dean antes (1-12) , por ex., ou In my time of dying, mas isso é opinião (visão) minha. O contraponto com o final da 8ª foi bem colocado, e acho que era mesmo essa a intenção, pra fazer mais sentido ainda aquele “forgive me”, que aliás, me arrepiou tanto quanto ” Sammy, close your eyes.” Aí, não deu pra segurar: chorei mesmo! Mesmo esperando mais emoção, me derreti. E agora, parando pra pensar, acho que a mistura de emoção com adrenalina foi na medida, pra ninguem infartar. O elenco estava todo espetacular, nada a criticar nesse episodio. Cada um fazendo o que lhe coube com maestria, e o que ficou disso foi a promessa de uma proxima temporada de arrepiar. Vamos ter vilões muito bons ( e to apostando na ruiva da vez), e como muitos, to vendo meio que uma volta às origens no modo como foi trabalhada essa finale; tomara!E eu vou me repetir aqui: pra mim, Morte não morreu coisa nenhuma, e a Rowena tramou direitinho pra ferrar Crowley, ficar com o livro, e to apostando que ela talvez ja até saiba que feitiçousar para controlar a tal escuridão, se é que isso vai ser possivel. Alguem disse em algum comentario por aqui, que céu e inferno terão de se unir pra banir esse mal; e taí mais uma “ligação” com a 5ª temporada inteira, onde tinha anjo sacana ajudando na libertação do tio Lu. Afff!! Quanta maluquice. Melhor parar por aqui, senão voces ainda me banem desse espaço. rsrsrsrsrs

  5. Michele

    Amei a análise polly
    nossa, também amoo amo quando o Dean chama o Sam de Sammy, é simplesmente perfeito.
    O episódio foi muito bom mesmo, cada detalhe bem elaborado
    agora esperar a próxima

  6. Luciana

    OLá Polly!! Vc não me conhece.. mas fico feliz que tenha voltado.. sempre gostei das suas analises..

    Eu escrevo de forma bem objetiva.. mas acho legal quem consegue escrever de forma apaixonada.. e vc escreve de forma bem apaixonada!!

    Ahh eu também adora quando Dean chama Sam de Sammy..

  7. Lule

    Polly é bom ter você de volta.
    As meninas sempre firmes e fiéis aqui no site nos dando o suporte que precisávamos regularmente sobre SPN mas tenha certeza que o seu retorno é mais que bem vindo.
    você pode até ter se ausentado mas sua análise mostra que realmente não se afastou.

  8. KeynnesLobo

    Polly, estava aguardando a sua análise. Sobre o fim da temporada? Engraçado que passei recentemente por uma maratona Supernatural, vinha revendo a série desde as sofríveis sexta e sétima temporada, até as que considero a retomada da essência Winchester – oitava e nona. Aí me toquei que as grandes Season Finales são aquelas que “espremem” a relação dos irmãos. Eles são a essência da série e Jeremy Carver para a sorte dos fãs, sabe tirar o melhor proveito disso!

    PS: Wincest?! Não Polly, não. kkkkk

  9. Indignada

    Arrasou…
    Me lembro bem de quando tudo começou e a célebre cena da mãe no teto da casa pegando fõgo… foi alí que tudo começou e o pai de Dean num papel pequeno mas fundamental pois foi o personagem dele que treinou e moldou Dean, o transformou no ser duro e implacável com o mau, um sujeito rigoroso mas cheio de honestidade e vontade de acabar com todo o mal do mundo…
    O que há de mais importante num trabalho de atuação além do talento é a profunda química entre os atõres e isso anda funcionando excelentemente bem em Supernatural, os atôres possuem química sem igual um com o outro e os protagonistas desde o início e quem os escolheu, escolheu muito bem, pois desde que se encontraram a quimica tomou conta por isso a série tem feito esse sucesso todo, enxergamos ali os personagens e não os atôres se esforçando para serem personagens…
    Química é fundamental e o depto de elenco escolhe muito bem os atõres nos papéis… existe uma atriz com cara de bruxa tão perfeita como a que faz a Rowena, ela tem cara de bruxa… e aliada ao talento e carisma, pronto, anda abalando na série…
    Adorei sua análise, disse tudo… e foi nostálgica e saudosista a ponto de irmos lá nos primórdios da série… muito bom ler… Namastê!!!!!!

  10. Giovane

    wooooowwww…Que análise maravilhosa, foi como ver o episódio em detalhes!
    Parabéns!
    Sò o que tenho a comentar o que será que nos vem por ai?

    Creio que a possibilidade de trazer os nossos nada amigavéis Arcanjos da Jaula, seria uma boa pedida!
    Afinal segundo Morte, Deus precisou de anjos e Arcanjos para trancafiar a Escuridão, e depois de tantos acontecimentos, os únicos ainda vivos, (apenas presos) São Lúcifer e Miguel.
    Será que se terminou ai o desfecho deles mesmo? Na jaula?

    E quem sabe o que virá a respeito de Mary e John Winchester, afinal por que nenhum deles foi visto no Céu? ou se quer no inferno? (Somente John ao escapar do Inferno, com vários outros demônios, quando o Portão do Inferno foi aberto!

    Muito animado para a próxima temporada… O grande desafio de suas vidas só vai começar agora!!!
    A Escuridão….A personificação de todo o Mal!!!

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