[Análise Hunter] “Alpha and Omega”, por Nadia Santos

Eis a última análise que recebemos de um leitor do site! Foram várias e todas extremamente interessantes! Isso só nos faz pensar no quanto amamos o fato de que nossos leitores têm mentes incríveis, prontas para discutir de maneira civilizada e aceitar diferentes visões do produto que adoramos. Longa a vida a Supernatural! Aí está a palavra da Nadia, e na segunda-feira sai a última última mesmo, que será a minha (Vicki aqui. Ééé, eu ainda não postei a minha)

Olá povo!
Olha eu aqui dando uma de analista de episódio se, de acordo com Tio Ben, até computadores tem analistas, por que não episódios de Supernatural? Pois é, não é!
Eu vou começar pedindo desculpas por algumas coisas…
Primeiramente, peço desculpas, não li nenhuma das outras análises e nem comentários, então, possivelmente serei “mais do mesmo”, mas… hey! Dê-me um crédito, afinal estamos todos falando do mesmo episódio, então, não tem muito para onde escapar e, vou dar a minha versão dos fatos, por isso aperte o cinto e aceita que dói menos! Além do mais só resolvi também, escrever uma análise exatamente porque, não consegui ler nenhuma, assim vou tentar rapidamente fazer a minha, correr para ler todas as outras e pensar: “Nooossaaaaa! Eu não tinha visto as coisas desse jeito!” E, não simplesmente sentir que escrevi pelo ponto de vista dos companheiros.
Segundamente ;), como Mr. Ackles mesmo disse, os 3 últimos episódios são a season finale, lá vem a ogra e seus pensamentos malcriados… Como se precisasse ele falar isso! Dããã!
Se bem que, pode ser que nem para todo mundo ficasse claro a salada que foi feita deste final de temporada. Então, é sempre bom ouvir aquela voz de barítono pura sedução no ouvidinho dizendo qualquer coisa… (Ooops! Desculpe!) Bom! Foco na missão! Portanto, em algum momento posso pontuar aspectos dos outros dois.
Terceiramente… É… Ainda não tem um 3º pedido de desculpa, se ele surgir no meio do caminho voltamos aqui. Vamos lá!
Opa! Espera aí… Depois que escrevi tudo percebi que tem sim uma terceira coisa a ser desculpada. Já peço perdão pelo raciocínio de gente perturbada e maníaca que vou apresentar. Às vezes dou dessas… e, fica meio difícil acompanhar, caso você seja uma pessoa normal.
Vou começar com uma perguntinha que não quer calar em minha mente. Tem algum motivo para os caras passarem basicamente três episódios com as mesmas roupas? Nem venha dizer que é para dar a noção de que tudo aconteceu no mesmo dia, porque afinal os próprios personagens deixam claro que se passam no mínimo três dias entre encontrar Deus e finalmente resolver a treta toda, se não estou louca, em algum momento Dean cita isto e, Donatello fala para Amara, antes de perder a alma ou morrer (não ficou claro para mim), que só era profeta há três dias. Eles queriam matar titia Dark com a falta de asseio, ou a crise hídrica chegou em Supernatural? Muitas dúvidas, muitas dúvidas…
E, lá vai outra… Por que Amara não troca o vestido, mas a cor do esmalte nas unhas ela muda? A irmãzinha pissed off de Deus passa quase a temporada toda de esmaltinho preto, ou algo parecido, e do nada, resolve que uma cor, sei lá… de repente terra… ficaria legal para o tom de pele dela. Tem alguma relação do tipo: “minhas unhas refletem meu estado de humor”? Tudo em Supernatural tem um sentido, então pensei que isso também, pudesse ter o seu. Bem da verdade que, tudo em Supernatural COSTUMAVA ter sentido, de uns tempos para cá, até os discursos de Dilma estão fazendo mais sentido para mim.
Ok! Chega de perguntas, eu estou aqui para analisar afinal. Vamos começar pela melhor parte do episódio, o recap e “Carry on My Wayward Son”. Putz! Se foi isso o melhor do episódio, o que esperar do restante!? Tudo bem vai, só estou dando uma de pessoa cri cri… ou, é porque eu estava na TPM semana passada. Quem sabe! kkkkkkkk
A verdade é que muitas outras perguntas serão colocadas pelo meio do caminho, talvez eu mesma encontre as respostas ou, talvez alguém me ajude. O que eu sei é que eles tiveram três episódios para contar a história do FIM e, conseguiram tipo, cagar toda uma temporada que prometia. Foi só o que eu esperava acontecendo. Uma temporada brilhante, com um vilão (perdão da palavra) fodástico e falta de pessoas capacitadas para lidar com todo o potencial em mãos. Não vou falar das tecnicalidades, até porque não tenho expertise para isto, nem sei de cabeça quem são os roteiristas, diretores e afins, ao meu ver, parece que tudo se tornou um “De repente 30” às avessas, o povo todo com 15 anos de novo, porque, na boa, teve momentos dos últimos episódios, incluindo a season finale, que pensei: “não é possível isso, os consultores para os episódios foram os três mosqueteiros, JJ, Tom e Shep. Só pode ser esta a explicação”. É isso aêêê que você está entendendo, para mim, ficou coisa bem de amador. Contudo, por incrível que pareça eu vou falar bem do último episódio, afinal os antecessores, foram tão nonsense que nem fica difícil encontrar coisas boas na finale.
E, sofri hem! Sofri muito, porque me doeu a alma, o coração, as entranhas, crises de diarreia, enxaqueca, o completo vazio no coração e na alma… enfim… ao ver Jared e Jensen manter toda uma qualidade, coerência e continuidade em cena com roteiros tão… “Escrevi entre uma discussão e outra com a digníssima/digníssimo”, que os escritores/roteiristas fizeram. E, créditos ao Mark e Rob também, eles são top! As meninas também mandaram super bem!
Vou falar da primeira coisa boa do episódio. Enfim, livres de Lúcifer, nem sei dizer, em primeiro lugar porque, o cara voltou. Ah sim, claro, para que pudéssemos apreciar aquela maravilhosa (#SQN) cena aos moldes de “Casos de Família” com os irmãos fazendo a vez de Cristina Rocha, em que Lúcifer e papai resolvem lavar a roupa suja. E, para arrumar uma função ao funcionário fantasma da vez… cof, cof, cof… nem estou falando de Castiel/Misha, não mesmo! Você não ouviu isto saindo da minha boca, não mesmo. Até porque, nada está saindo da minha boca, estou escrevendo (desculpe-me, por favor! Esta é só minha pessoa sendo inconvenientemente literal… hehe). Concordei completamente com Dean, pior episódio de Full House, sem sombra de dúvidas. Ao final, tudo o que veio de Casifer foi um grande balde cheio de porcaria.
Voltando ao ponto… Depois disso, lá foi Dean verificar se o intruso saiu da casinha e deixou o BFF dele inteiro. Ufa Dean, que sorte! Como num passe de mágica está tudo bem e perfeito no mundo de novo… ah tá, então! Castiel, depois de séculos, milênios, eras (como você quiser chamar), enfim dá de cara com papai e… E, o que?
Como assim “e, o que?” Hey! Meu querido, aquele moço ali caído no chão é seu papai que você nunca viu na vida… tipo, Deus, caro colega anjo alienado. Ah tá… Mas inventaram tanto blá, blá, blá entre Lúcifer e Deus, nos outros episódios, que não tiveram tempo de pensar que talvez fosse interessante dar cenas ao Misha em que Castiel estivesse em real contato com o papai, lógico que era bem melhor fazê-las com o invasor mimado e mestre dos chiliques, Casifer.
(Não se preocupe, para manter minha integridade física, moral e intelectual, se é que tenho, já contratei seguranças altamente treinados e… Que nada! Sou porra louca mesmo! Rá! O clube dos Mishamigos que mordam o suvaco! Brincadeira, eu gosto muito do Misha, mas está “bem difícil segurar essa barra que é gostar de você”).
Aí depois que viram que o Sol estava com a bateria arriando, Deus dá um zap e o “Esquadrão classe A” volta todo para o bunker, cada um vai procurar o que fazer. Pelo menos Dean, mantém a coerência de apelar ao álcool quando não há o que fazer e, Sam também, decidindo que vai dar jeito em tudo (pediram para dar voz ao Sam e alguém tinha que encontrar uma solução para o problema, porque beber de fato não resolve nada! Nem mesmo beber chá ao bom e velho estilo britânico!).
Eu gosto da riqueza de detalhes, acredite em mim, porém preciso pular alguns se não esta análise vai deixar o 3º livro da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” no chinelo, não pela qualidade e, sim pela quantidade de páginas. Só não vou deixar de comentar sobre o dedo mindinho de Rowena mostrando o tamanho “daquele pacote” do Crowley (Kkkkkkk). Você me entendeu, né?! (Hahahaha). Ah vá! Eu sei que ele era bebezinho ainda, mas e daí, eu perco a amizade, a piada jamais.
Bora pular para o momento da caça aos fantasmas, porque meu amigo e minha amiga, esta é a parte que foi colocada para ter alguma ação no episódio, pois é, já entreguei o ouro, é isso aí, acho que não sirvo para escrever suspenses… Temos Dean classicamente sendo o rabugento reclamando por ter que seguir ordens de terceiros e imitando Rowena (garantiu minha habitual gargalhada de cada episódio), Sam fazendo aquela cara de sempre repreendendo o irmão (está vendo aí, porque eu disse que doeu ver os dois dando o sangue para manter coerência aos personagens, que os benditos roteiristas e diretores pareceram ter esquecido), e a porradaria comendo solta com os ghosts (bem estranho escrever porrada e fantasmas numa mesma frase! Kkkk).
Agora vou para o ápice do episódio. Eita que Dean, você e eu vimos a reaper e Crowley no maior flerte descarado. Ui, ui, ui! Esses dois prometem! Tem caroço nesse angu (Hahaha). Ainda bem que a reaper só apareceu depois da pequenina trágico-cômica história de infância de Crowley.
Para tudo! Que vem a parte realmente triste do ep. Esse povo implicando mais uma vez com o Dean por causa da obsessão louca da Amara e, ele descobrindo que vai para o abate. Olha eu mais uma vez sofrendo com aquela cara linda de Dean como quem não quer morrer pela causa. Vamos concordar que isto não é coisa que se vê todo dia. Eu ouso dizer que esta é a primeira vez que realmente podemos associar Dean dizendo: “não quero morrer”, com Dean realmente não querendo morrer. Ele ficou até de olhos vermelhos e marejadinhos quando a bruxa disse que ele seria a bomba. Eu já estava quase de chinelo na mão para dar na tela do computador se eu ouvisse Samantha (eu gosto sim quando Crowley chama Sam de Samantha e daí, hem!? Estou marruda hoje… kkkkkkkk), se opondo ao plano de Rowena só porque a bola da vez era o irmão. Quem mandou, seu tonto, você ter a brilhante ideia de pregar que vocês tinham que fazer o que era certo e não pensar em vocês!? E, olha eu de coração apertadinho com a carinha do Sam sofrendo com o vislumbre do que vem por aí… “Vou perder meu irmão!”. Vai lá tenha mais uma dessas suas brilhantes ideias. Quando era você para receber a marca, já tinha até um discursinho pronto de lição de moral ao irmão. Agora engole o choro comigo e aceita que é isso que a gente tem para hoje! Humpf!
Liga não, viu! O Sam estava certo de falar que eles não podem continuar batendo sempre na mesma tecla é só que é mais fácil na teoria do que na prática. Tanto para mim fã, quanto para os irmãos, mesmo tendo em mente que eles não vão morrer.
Continuando a sessão, vamos partir o coração da Nadia… eis a cena do cemitério… Sam preocupado, porque o irmão vai morrer, Dean em conseguir matar Amara e, prometendo mais para ele do que para o irmão que é capaz de fazer aquilo. Tentando distrair e amenizar o clima de despedida triste, com a história do funeral e ao se despedir do irmão.
Calma baby! Está quase acabando! “Guenta” mais um pouquinho aí a titia “recramar” da vida em Supernatural, “guenta”…
Confronto entre Amara e Dean… Aqui vai minha opinião bem purinha, cristalina mesmo sobre o final escolhido, uma vez que não li absolutamente nada e nem discuti com ninguém sobre este ponto do episódio. Já estou até ouvindo pessoas me chamando de louca, mas bora lá! Eu gostei de como eles resolveram o problema. Oi? Hem?
É isso mesmo. Pensa comigo. O errado já começou trazendo Lúcifer de volta, completaram com a aparição de Deus, o que poderia se esperar que fosse feito. Na boa! Deus não podia morrer, muito menos Amara, por causa da coisa Yin-Yang de equilíbrio cósmico, então o jeito era reconciliar a família. E, no final das contas a série é sobre isso, família…
Quem melhor do que Dean Winchester para dar jeito numa família em conflito? Mais uma vez o troféu Dr. Phill vai para Dean Winchester! (já perdi as contas de quantos destes ele poderia ter ganhado ao longo das temporadas). Se qualquer um dos dois morresse, Deus e/ou Amara, iria meio que contra a premissa da coisa toda. É tudo sobre família. E, o conflito familiar fora do núcleo Winchester foi tão forte que acho que seria muito pior se a solução fosse um dos dois ou os dois morrerem. É certo que a assim num estalar de dedos Amara mudando de ideia foi péssimo, para mim, deveria ter sido trabalhado no mínimo ao longo dos três últimos episódios e, não colocar uma senhora dando farelos de pão aos pombos que surgiram e se foram com a velhinha instantaneamente do nada, só para fazer Amara refletir que amor e ódio são sentimentos tão pares que é fácil trocarmos as bolas, amar pensando que está odiando e vice-versa. Dando assim, a possibilidade de Dean ser a gota que faltava para convencê-la a recuar.
Chegamos a parte que realmente me irritou! O que fazia ali aquela mulher de sotaque indefinido, fingindo ser uma britânica ao estilo Dan Brown com Priorado de Sião/Os Illuminatis misturado com uma Carmen San Diego mal regenerada e passada? (Será que eu não gostei? “Magina”! Impressão sua… E para que o suspense do tiro? Pelo amor, hem! Era melhor terem chamado o Trickster para escrever essa cena. Teria ficado um zilhão de vezes melhor.
E a Mary? Eu não entendi bem, mas acho que ali tem problemas e mais problemas. Por que cargas d’água Amara resolveu dar ao Dean a mãe de volta? Tudo bem que ela estava num ponto de intimidade tão grande com o rapaz que a levava a saber TUDO o que ele sentia, mas será que realmente ele pensa assim tanto na mãe ainda? Outro ponto interessante é que Dean não teve problema nenhum em chegar perto do simbólico túmulo da mãe. Isto era ele mostrando que também está amadurecendo emocionalmente? Porque se me lembro bem, ele era o rapaz que não chegava a 100 metros do túmulo de Mary. Alguém se lembra dessa?
O que sei é que muita gente anda massacrando a escolha de Amara em trazer Mary de volta, porque o que Dean mais quer na vida é o irmão. Este me parece ser o argumento. A questão é que no ponto em que Amara (se é que realmente foi ela quem trouxe Mary de volta), deu este “presente” ao Dean, nós ainda tínhamos certeza que Sam estava vivinho da silva. E, não terem zapeado (Amara ou Deus), Dean de volta ao bunker foi furo proposital de roteiro para justificar poder ter o tosco suspense do tiro, assim como Dean encontrando a mãe. Lembra o que eu disse: os roteiros foram escritos pelo time “de repente 15”, até então.
Acho que é isso p-pessoal. A esta altura nem sei se posso dizer se falei bem ou mal da finale, talvez eu tenha encontrado meu equilíbrio Yin-Yang na análise. Hehe
Se você chegou até aqui e concluiu que não gostou do que escrevi, paciência… já leu tudo mesmo…
Beijos e desde já… Obrigada!

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6 thoughts on “[Análise Hunter] “Alpha and Omega”, por Nadia Santos

  1. Débora Lopes

    Nádia, eu que agradeço. Estava com saudades desses seus textos escritos à mil por hora! Ainda vamos conversar, mas não resisti em dar pelo menos um alô! E sim, li tudo! Abraços!!

  2. Cris

    Maravilha, Nádia! Que delicia de ponto de vista. Sem hipocrisia, voce disse sim tudo ( ou quase) que ja tinham dito aqui. Mas menina, que jeitinho todo particular de expor sua (nossa) opinião!! Adorei e leria qualquer analise sua sem problema nenhum com o tamanho do calhamaço: se não concordar com sua opinião, pelo menos tenho diversão garantida! rsrsrs
    E tem uma coisa que voce escreveu aí que eu tambem andei ” soltando” em alguns comentários que fiz: que Amara deveria ter se mostrado repensando sua ira já a varios episodios, pelo menos nos tres ultimos. Então é isso. Analise leve sem deixar de alfinetar a quem mereçe (tambem amo Misha, mas Casifer… fal séro, né?)
    Só acho que se JJ e os dois lindinhos do Jared tivessem direito à opinião na confecção dos episódios, era bem capaz de termos coisa melhor na finale! rsrsrs

  3. Débora Lopes

    Nádia, voltei! Vamos “conversar”…
    desculpas: está desculpada! Não sei de que, mas já que você pediu, tá aí.
    E… dúvida minha: se eu consegui acompanhar o seu raciocínio, eu não sou normal? Não se preocupe: eu já sabia!!
    – esmalte: também vi. Pensei: manicure celestial ou as unhas “se fazem” sozinhas… pensei!
    – não notei a reprise das roupas.
    – sobre as conversas deixadas de lado, acrescento aqui: Deus e Sam, a respeito de Sam não precisar ter medo de Lúcifer. Podiam ter cortado tudo, mas essa cena não.
    – do mais (e muito mais) minha querida escritora, eu ia falar maluca, posso? não sei se você vai ler minha “análise”, mass lá estão minhas razões, por ter gostado, e muito, desse episódio e da temporada no geral. Uma delas é que na alegria e na tristeza, Supernatural me faz feliz. Cheguei na fase que entre ter razão e ser feliz, nem que seja por bobagens, quero ser feliz. como não se emocionar com “coisas de irmãos”, os choros contidos, a garganta fechada, o beijo na ponta dos dedos que certamente alcançou o coração da Mary. Se eles amadureceram, acho que sim. Se não, continuo apaixonada por eles do mesmo jeito.
    Finalizando – chaToni – DETESTEI. Eu também detestava Metatron e no final ele se redimiu, mas essa “lady”, a coisa tá difícil.
    E aí, agora é esperar. enquanto isso a gente vai se falando. Sem rasgar seda, adoro seus textos, de verdade.Mul abraços Nádia.

    1. Débora Lopes

      Mul abraços é bom! Eu quis dizer mil.

  4. Odair José Galdino

    Parabéns pela análise do episódio. E quanto ao Dean, eu não sei não, posso estar falando besteira, mas acho que existe a possibilidade de ele ter sido mandado para o passado. Abraço!

  5. Odair José Galdino

    Não sei se é falsa impressão ou não, mas pelo que eu leio de alguns fãs e também pelo que eu observo, parece que a CW/Warner não dão o devido valor para a série, tendo em vista a audiência que traz ao canal e o fato também de os atores principais gostarem muito do que fazem. Vocês acham isso?

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