[Análise Hunter] Mamma Mia, por Lu Pires

Eu vou repetir uma coisa que disse no início de outra análise (e quem disse que lembro qual era?): vê se isso é jeito de começar um episódio??

A diferença é que lá foi porque as cenas foram tensas e nos deixaram ansiosos, mordendo as unhas e quase caindo da cadeira (acho que foi aquele em que o Sam “morre”). Aqui, foi de completa confusão mesmo. Sabe quando você entra no cinema e, não só o filme já começou, mas já está naquela puta cena de ação e você sem entender o que tá acontecendo, quem é o bom, quem é o mal? Pois é, essa era eu. Tipo, Sam e Toni? Hãããããã??? =S

Mas então me caiu a ficha: aquela, com certeza, era a mais amoral e ardilosa tortura de Toni. Colocar Sam numa situação “confortável”, em vez de continuar lhe infligindo dor física (e eu pensava nisso cruzando os dedos pra estar certa). Tinha que ser. E eu só consegui respirar de novo quando Sam acordou do transe.

Eu já disse que a Toni era uma personagem interessante, e repito isso aqui. Veja bem, eu não estou, hora nenhuma, dizendo que gosto dela, porque a bicha é ruim, e quando eu digo ruim, é no sentido mais puro da palavra. Sam a olhou com descrença e medo quando entendeu o que havia acontecido ali. Um misto de medo, mesmo, e de choque, de “como ela teve sangue frio pra isso?”. Também me repetindo, ela é completamente desprovida de qualquer senso de moral, não se importa com as consequências, desde que o serviço seja feito, é ardilosa e inescrupulosa e o desprezo (também, bem puro) por qualquer um “abaixo” da “grande e nobre Casa dos Homens das Letras Britânicos” chega a dar nojo. O tom de voz e a cara que ela faz quando diz que “os caçadores americanos não podem ser inteligentes assim”, tão descrente, sua certeza de que os Winchester nunca leram um livro dos Homens das Letras, só reforçam esse perfil de quem quer chegar já botando sua ordem numa casa desconhecida. Como diria o Seu Madruga, uma “pepsicopata” de mão cheia. Induzindo Sam a esse tipo de tortura mental, ouso dizer que ela conseguiu chegar mais baixo do que muito torturador barra pesada que já passou por Supernatural chegou. Desprezível.

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marromeno isso aqui

Me alegrou saber que o que ela estava fazendo não era o que os Homens das Letras Britânicos queriam. De fato, uma aproximação “mel” talvez funcionasse melhor do que a “vinagre”, se houvesse sido usada desde o princípio. Não que fosse necessariamente fácil, já que os americanos não são lá muito inocentes no quesito “deixa eu chegar invadindo, inserir meu modo de pensar e dominar os ~jeitos~ de todo mundo aqui”… talvez Toni, já com isso em mente, tenha pensado que nem ia adiantar mesmo tentar dialogar (e aí vem o desprezo já mencionado aqui) com esses trogloditas, então vamos de tortura, mesmo. Será que ela não pensou que, agindo assim, não estaria sendo melhor do que os monstros que tão bem controla lá na ilha dela? Talvez, não. Psicopatas não têm essa noção.

Agora, Mick. Ooooh, Mick. Eu tava botando tanta fé nocê, Mick… Você tava indo bonitinho até dizer que já tinha chamado o Mr. Ketch… e aquela história toda de mel, Mick? Você não quer considerar mais essa hipótese e, SE precisar sujar as mãos, você liga pro tal Ketch? Não faço ideia de quem seja esse moço, mas já tenho umas teorias (Thule, maybe?). De qualquer forma, a julgar pela bagagem de mão dele, deve ser pior que a outra lá (“chaToni”, tô rindo disso desde aúltima AH hahaha), porque ela é só psicopata; ele é psicopata de nascença, de treinamento e por maioria de votos!

Mas vamos falar de coisa boa? *dá aquele suspiro de “o pior já passou”*

E quanta coisa boa tivemos nesse episódio (tirando as 15 páginas de Word que já escrevi ali em cima…)! Teve Mary sendo mãe e sendo durona, teve Jared dando espetáculo de atuação, teve o Dean de volta ao bunker colocando Castiel pra procurar Sam (ok, essa parte não foi boa), teve o retorno de Lúcifer… ufa! Vou tentar falar de tudo o mais brevemente possível. [spoiler alert: não consegui.]

Apesar de muito ter conversado e discutido com a Vicki (virou moda haha), eu ainda não engoli muito bem o Dean ter voltado pro bunker. Tá que tem a Mary, e que ela tá confusa e perdida, e seria bom ela voltar pra casa pra tomar um banho, mas poxa, Dean! Ela dá conta de uns diazinhos em hotéis de beira de estrada! Eles já estavam na rua, custava nada ter continuado, em vez de mandar Castiel (que, aparentemente, não tá com o GPS angelical funcionando muito bem) ir atrás de pistas!

Eu entendo que Dean esteja preocupado em proteger a mãe, é a natureza dele! Mas ele tem que levar duas coisas em conta: uma, que a mãe dele foi criada como caçadora. Ela sabe se defender e fazer um serviço muito bem feito, obrigada! E duas, as coisas estão sim, estranhas, mas ela não está “enferrujada”. Passaram-se 30 anos, mas pra ela foi como se estivesse no quarto do Sam, piscasse os olhos e, quando abrisse, já era 2016. Tá que ela saiu dessa vida, mas é que nem andar de bicicleta, gente! Haha

Ah, Mary… a filha desobediente, a esposa apaixonada, a mãe carinhosa, aquela que nunca cozinhou o prato preferido do filho e que tem um belo dum gancho de direita. Se no primeiro episódio ela me pareceu meio viajada, neste ela mostrou bravamente a que veio. Gostei de como ela não quis levar a sério a paranoia do Dean de “fique aqui e espere eu voltar”, de como entrou no covil da outra lá com a cara, a coragem, e uma arma na mão, da cara do Sam ao vê-la…

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… e, principalmente, da preocupação dela com o filho mais novo. Ou melhor, da hesitação em encará-lo depois de ter feito aquele pacto com o Amarelão. Ela diz que tudo isso começou por causa dela, e de fato foi mesmo, mas sabem que eu nunca parei pra pensar “nossa, tudo o que aconteceu em Supernatural é culpa da Mary”? Acho que a gente nunca a culpou por ter feito aquele pacto, talvez porque os meninos nunca a culparam. Sam não tem nenhum tipo de rancor por sua própria mãe tê-lo prometido a um demônio (claro que ela não sabia que era isso que ela havia prometido…) e isso fica claro pra ela naquela cena final entre os dois.

Sam é como eu: um desastre com pessoas. Não saber o que falar, como falar, meu Deus, o que eu faço com as minhas mãos?… e a dinâmica dele com a mãe é muito interessante porque eles são biologicamente programados pra se amar, mas não se conhecem. As únicas coisas que Sam sabe sobre Mary estão em fotos e relatos. Para Mary, ontem Sam era um bebê de seis meses. A situação do retorno dela já é bem maluca, mas só piora quando se tem dois lados que sabem que deveriam ter algum tipo de conexão, mas não têm e nem sabem como construir.

Mary se culpa por não ter acompanhado seus filhos durante todas as fases de suas vidas. Mas, para Sam, só a presença dela ali na frente dele já compensa por 33 anos de ausência. Como não se emocionar quando os olhos dele vão se enchendo de lágrimas ao dizer isso a ela? E como não se derreter com aquele abraço, que levou 33 anos pra sair? Só essa cena já valeu pelo episódio inteiro!

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Meu Deus, a Mary vai morrer brutalmente e isso vai destruir todos nós, não vai?

 

Falando em destruição, o Príncipe das Trevas retornou, senhores! E ele não faz careta!

Achei fantástico terem lembrado da maneira como Lúcifer se aproxima de um potencial receptáculo. Usar isso me levou lá pra 5ª temporada, quando ele tentava convencer o pobre Nick a aceitá-lo: receptáculo emocionalmente abalado, check; alucinações com a pessoa por cuja morte ele se culpa, check; o morto em questão aparecer dizendo que é um anjo pra convencer o desequilibrado a aceitar a possessão, check! Uau! Lúcifer voltou com tudo, está puto e não vai descansar até conseguir o que quer (é claro que ele não acha que Crowley ter covardemente fugido da briga significa que ele desistiu).

Terminemos apreciando esse efeito mirabolante de rosto desintegrando:

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só eu que fiquei de agonia?

E o arcanjo em todo o seu poder:

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Para um episódio escrito pela Dupla Dinâmica, até que esse superou minhas expectativas de total fiasco. Teve coisa que não gostei? Teve. E foi coisa grande. Mas, dado o histórico de tropeços e quedas deles, tenho que admitir que esse pesou um pouquinho mais pro lado positivo do que pro negativo. Mudamos de showrunners e, mesmo que ambos já estejam na série desde sempre, acertar o tom da escrita pode levar um pouquinho de tempo. Eu vou pacientemente esperar mais alguns episódios pra definir uma opinião mais concreta sobre tudo o que está acontecendo. Enquanto isso, vou dando o benefício da dúvida ao Singer e ao Dabb, e é bom que eles não decepcionem!!!

É, acho que era isso que eu tinha pra dizer. Peço desculpas pelo atraso do texto, mas essa semana não tá nem um pouco fácil ser eu hahahaha mas taí. Escrevi meio na loca entre a noite de ontem e a manhã de hoje sem ter visto o episódio inteiro de novo, então nem sei se abordei tudo o que queria da forma que queria! Mas já foi e bola pra frente! Vamos ver se a balança vai continuar pendendo mais pro lado positivo depois do episódio de amanhã!

PS: eu SABIA que o Castiel não tinha tampado aquele carro direito!!

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14 thoughts on “[Análise Hunter] Mamma Mia, por Lu Pires

  1. Eu adoro análise movidas por sentimento, paixão. Adoro também quando alguém chega e roda baiana dizendo; Qual é ? O cara comeu barriga neste episodio , hein…rsrsrs

    Eu fico assim sem compreender afinal, antes não podia, agora pode. Onde esta a logica? Talvez pensem porque tem pessoas que começaram seguir a serie duas temporadas atras esteja tudo bem cometer alguns deslizes e ninguém vai se importar. Uma politica errada pra mim.

    Assistindo supernatural por tanto tempo acaba nisto, sabemos de todas mancadas que estes roteiristas acabam dando. Se não tem fidelidade com a historia não tem como você levar a serio. Embora como eu amo os caras continuo acompanhando.

    E olhando o lado bom ,tenho que confessar mesmo Toni sendo horrível eu adoro ver o surgimento de mais um vilão, neste caso uma vilã. E para o desepero não é um ser sobrenatural, ela é humana , e isto que revolta. Mas é bastante coerente , pois alguns seres humanos hoje em dia são piores que monstros. Esta fulaninha usa sua inteligencia para o mal. Adorei odiar ela. kkk Como também gostei do novo Satã.

    Vamos ver se desciframos o enigma o enredo desta temporada.

    Com esperança que venha um Dean com mas gás do que este dois episódios. E que valorizem mas o personagem de Jared.

  2. Minamaluka

    Boa análise, ainda que na correria, vc conseguiu abordar coisas que eu tinha esquecido antes como a culpa que a Mary sente e o fato dos meninos nunca terem culpado ela por tudo que aconteceu. Isso é uma pedra fundamental na história winchesteriana (sente a seriedade do tema). Se eles tivessem mágoa ou qualquer tipo de raiva da mãe pelo que aconteceu a história toda seria muito diferente. Também gostei muito da imagem do novo Lu com a boca toda rasgada, lembrou aquele filme da Múmia, sabe.

  3. Débora Lopes

    Oi Lu! Farei como você fez com a análise da Nadia… e me sinto criança querendo responder antes dos coleguinhas de classe… eu lembro! eu lembro!! Você muito pacienciosa diz: pode responder:
    Eu com o braço levantado: – foi no episódio 11×17 – Red Meet e você ainda disse para que deixássemos o tiro um pouco de lado e observássemos o ” cabelo cera ceramidas” do Jared. Pronto! Estou sem fôlego, me achando o máximo. kkkkkkkkkk. Vou continuar com a leitura de sua análise, que com certeza será outra para não esquecer! Beijos

  4. Juliana

    kkkkkkkkkkkk “eu sabia que o Castiel não tinha tampado aquele carro direito” valeu pela análise toda! Genial!
    Praticamente vou copiar e colar meu comentário da análise da Nadia Santos… sim, pq eu tenho TOC e tenho que comentar em ambas as análises!
    Eu amei o abraço de Sam e Mary, gente, sério! Quis chorar naquela hora!
    Fato curioso: eu não tava me aguentando pra ver o episódio, aí, na sexta, enquanto estava no carro indo para uma reunião de trabalho (graças a Deus pelos motoristas da empresa, senão tinha acontecido um acidente rsrs), comecei a ver uns pedaços picados pelo YouTube mesmo (não dava pra esperar chegar em casa kkk), mas foi a pior coisa! Se vc, Lu, ficou atrapalhada quando começou, com aquela horrorosa babuína da chaTony, sendo que tinha certeza de que tinha dado play no episódio desde o começo, imagina eu, vendo uns pedaços fracionados de 4 minutos, sem conseguir entender se aquilo tava na ordem certa kkkkkk eu ficava: meu Deus, ela soltou ele e agora tá nisso? Esse homi bebeu? kkkkkkkk doidona!
    Enfim, a correria do episódio me deixou irritada e queria ter visto a reação da Mary ao ver o Cass curando os ferimentos do Sam, do Dean e dela mesma.. sim, pq eles tavam lascados no covil da chaTony e depois estavam comendo no Bunker todos lindos. Só pode ter sido o Cass né? Queria ver essa cena, queria ver o primeiro contato dela com o Sam, o caminho de volta pro Bunker… sei lá, faltou esses detalhes que para nós, não fãs, e sim família distante da parte dos primos do Brasil, são importantes. “Fundamentais”, como diria Crowley falando com o dead-deamon Dean no final da season 9.
    Enfim, é isso! Vamos continuar sobrevivendo e como eu disse na outra análise: Obrigada pelo apoio de sempre, ver vcs sofrendo tb me dá paz pra viver!
    Bjs gente!

  5. Cris

    Juliana, parece que ponto comum nesse episodio foi nossa irritação com a correria das coisas e com o fato de não terem aproveitado o Castiel de um jeito que a gente adora ver! Menina ver pedaços fracionados desse episodio, justo aquela cena, e no TRANSITO? Tá loca, muié?! rsrrsrsrs
    Benditos motoristas de empresa.
    Se o que voce tem é TOC por querer comentar em toda análise, então temos isso em comum. Deve ser mal de família hunter brazuca, né?
    Debora, minha flor, pensei justamente em red meet quando li a analise. Não tinh a mesmo como ser outro episódio! rsrsrs
    Esee “sofrimento” em família da mesmo uma certa paz, né? Aquele sentimento de: ufa! não to doida sozinha…
    beijos flores

    1. Juliana

      Pois é! Pior decisão ter assistido aquilo picado pq minha cabeça torrou. Cheguei na reunião totalmente perdida, sem nem entender mais pq eu tava lá kkkkk bjs e vamos sofrer em família!

  6. Cris

    Muito boa analise Lu. Foi uma confusão de sentimentos de deixar qualquer um meio sem saber o que pensar mesmo.Foi corrido, mas em se tratando de quem escreveu o roteiro, não foi ruim não. Mas foi corrido!
    Dean começou a temporada bem morninho. Acho que a cabeça do lindo deve tá dando nó com mais essa preocupação e essa responsabilidade que ele ja abraçou como sua; mas espero ve-lo retornar ao natural com o correr da temporada. To louca pra ver a guerra que vai ser entre esses dois mandões. Daqui a pouco a Mary tira o volante da baby das mãos do menino como castigo por teimosia e mal comportamento! rsrss
    Não há o que dizer de Sam a não ser que ele foi perfeito.Um gigante daqueles, e a gente com vontade de embalar nos braços como se fosse um garotinho.
    To bastante empolgada com esse inicio. Tirando uma coisinha aqui outra ali, nada que comprometa a qualidade desse inicio, gostei do que vi até aqui. Gostei das posturas de Crowley e Cas, da furada em que meteram a Rowena e adorei o novo tio Lu ( mas ainda prefiro o mark)
    E claro, to doida pra ver a aguada se dar bem mal mesmo. E isso só pode ser bom sinal
    Beijo

  7. Lule

    Não me lembro bem quem era mais alguém, depois das peraltices (que ninguém assumia) das crianças, sempre dizia assim: nessa casa só tem artista (mocinhos) nunca vai dá pra fazer um filme.
    Algumas obras precisam de vilões e SPN já teve uma boa cota de vilões mas não igual a louca (não me sinto muito bem nem escrevendo o nome da criatura) acredito que é uma das poucas odiada (palavra forte que eu não gosto de usar)
    Quanto mais eu assisto mais acho que o lance da louca com o Sam é pessoal.
    * Tortura sem sentido. Mau comportamento de caçador … dá é vontade de rir.
    * Ela me pareceu aflita e preocupada quando o Sam simulou o suicídio.
    * Usar um feitiço pra simular uma noite se amor (tá ela meio que explica mas eu não fiquei muito convencida)
    * Ao prender o Dean ela não comemorou o fato de ter dois caçadores pra tentar conseguir alguma informação mas afirmou que iria usar o Dean para que o Sam falasse, ou seja, ela queria continuar a fazer o Sammy sofrer.
    * Quando o inglês polido fala: os seu piores pesadelos, a louca olha em direção aos winchester.
    Como sempre das vezes que eu tentei teorizar e não passei nem perto, devo passar longe dessa vez também mas essa é minha impressão.

    1. Cris

      Lule, penso mais ou menos a mesma coisa. Aí volta aquela teoria (sorry, não me lembro de quem por aqui)de que talvez tenha algo a ver com a epoca do Sam sem alma; daí eu penso nisso e lembro que a bisca é mãe de um garotinho…e fico com medo. É claro que eles merecem um dia ter família, mais do que só um ao outro. Mas não gostaria de um Winchesterzinho fosse introduzido na estória dessa forma, tendo uma bela bisca psicopata como mãe. Torcendo aqui pra imaginando cabelo em ovo.

  8. Débora Lopes

    Oi Lu! Essa maratona de análises tem sido maravilhosa. Me enquadro no grupo das compulsivas maluquetes por Supernatural e acho tudo isso incrível. Sendo esse, somente o segundo episódio, imagino o que virá pela frente. Uma coisa me chamou a atenção na sua análise, quando você diz que a Mary vai morrer brutalmente…. isso é previsão, spoiler?? Se puder… mais detalhes por favor. Já causou estrago, ai meu Deus!! Em relação a chaToni da vida…estou com as meninas, espero que ela continue na casa dos vilões detestáveis. O pah, buff, socão no nariz ainda foi pouco. Que ela fique, como a Mary pediu: bem longe dos nossos boys. Lúcifer: gostei. Só repito: que as tramas secundárias não roubem o espaço de Sam e Dean. Queria muito ver o que aconteceu entre a conversa no cativeiro e a chegada ao bunker. Sim, Cass deve ter curado Sam, mas seria tão legal vê-lo recebendo os primeiros carinhos da Mary. Dean – será uma luta até ele encontrar o equilÍbrio e aceitar ser FILHO. E Sam, ah!Sam! Tomara que não o deixem renegado ao banco traseiro da Baby. Sem ser repetitiva, mas as cenas finais do episódio foram algo realmente marcante. Méritos ao Jensen e a Samantha, mas Jared brilhou. As meninas até comentaram o que será que Jared pensou durante a cena, para reverter em tantas expressões doídas e ao mesmo tempo cheias de amor. Lembrei do primeiro episódio, quando temos a cena do baby Sam, aqueles olhos lindos olhando pro Dean e prá Mary e agora 33 anos depois, os olhos cheios de lágrimas, que mais uma vez não caíram, mas estavam ali transbordando toda a necessidade de carinho e afeto da mãe, que estava apavorada pensando como esse filho iria recebe-la. BOBA! O filho é Sam Winchester, o garoto de coração puro, dentro do corpo do homem bonito que só queria o abraço e o carinho materno!! Ele ganhou e nós também!! Beijos Lu. Parabéns pela análise.

  9. Andréia Pereira

    Eu não tenho muito ciúme do Sam(em compensação,tenho todo do mundo do Dean,não posso fazer nada,é mais forte do que eu!)mas tbm não quero que joguem ele pra cima daquela sob of bitch fake britânica.

  10. Andréia Pereira

    Estou gostando bastante desse início de temporada,mesmo estando um pouco corrida.

  11. Judy

    Oi meninas, nada diferente de vcs, meu sofrimento é tanto, quanto. A cada nova tortura que aquela criatura fazia Sam sofrer eu morria um pouco.Agora tem muita coisa que eu não entendi. Por que elas torturavam Sam e depois o medicavam e faziam curatívos? Que tortura é essa? O curativo na queimadura dos pés, analgésicos para o ferimento a bala……oiiiii…como assim?
    Outra coisa foi a posição do Castiel..geralmente ele fica olhando Dean interrogar ou questionar, mas, desta vez, ele tomou as rédeas e deu até cabeçada pra conseguir informações.Quanta a Sam, na verdade, meu coração queria ver Sam ferido ter toda a preocupação da mãe e do irmão, queria ver o primeiro contato com a Mary, queria ver ele ser curado, droga…isso era importante (ao menos na minha sentimental opinião)..fiquei chateada…mas, meu amor pela série não me deixa ficar além disso, chateada. To louca pra ver o que vem…
    Ahh, detalhe vcs perceberam que todos estavam curados na cena final, menos a Chatony que tava cheia de ematomas kkkk
    Castiel não curou a bichinha…vai besta..kkk
    Amo SPN, amo vcs comentando, Deangirl

  12. Laura Jolie

    E aí Galera, tudo bem?
    Sou fã de SPN desde a primeira temporada, quando a Warner ainda não era CW e SPN passava logo após Smallville. Sou fã de carteirinha e amo essa série.
    Adoro os reviews dos Hunters e sigo o site desde então.
    Mas esse início de temporada tá difícil de engolir. Esses “homens das letras britânicos” são homens ou ciborgues? O Sam e o Dean já enfrentaram de tudo. Já bateram e arregaçaram vampiros, lobisomens e coisas muito mais fortes e poderosas do que uma mulher bem treinada. Sem falar no Castiel um PUTA anjo que apanhou que nem uma mocinha fraca e burra no primeiro episódio da ciborgue inglesa.
    *Sim, o tal soco inglês tinha um feitiço, mas tsi tsi, não colou não. No segundo Epi o Dean é algemado e entra que nem um “coelhinho obediente e assutado” na toca, sendo empurrado pela ciborgue inglesa chatoni. Sinto muito, difícil de aceitar.

    Cena do controle de chaToni sobre a Mary.
    Se inconsciente ela não poderia continuar com o feitiço, morta também não. A desgraça, torturou o Sam e o Dean, mas ninguém atira e mata a bagaça. Nem Mary, nem Dean e nem o Sam no primeiro Epi, sabe se lá porque.
    Eles já enfrentaram Lúcifer, a Escuridão, Crowley e lá vamos nós com uma lista bem extensa das vitórias dos meninos, mas agora uma organização britânica de repente é uma incrível ameaça e o grande vilão é um assassino de aluguel estilo “o poderoso chefão”. Passo essa. Ou melhor poderia passar sem essa.
    Outra coisa que me revoltou demais foi a mediocrização do trabalho dos caçadores como Sam e Dean que já deram o sangue para salvar o mundo, mostrando a incompetência deles comparada a enorme eficiência dos britânicos. Chego até a pensar que realmente são inúteis, pois se na Inglaterra são assim tão eficientes, Sam e Dean e demais deveriam simplesmente se aposentar e entregar tudo nas mãos dos MESTRES. Foi ridicularizar, não somente para o personagem que era a intenção de Toni impressionar Sam, mas também para o público que se pensar bem, ela tem razão. Termina logo a série com os Fodões britânicos salvando o mundo.
    Gostei sim da dinâmica da Mary com os filhos e questões familiares sempre foi o forte da série, assim como o relacionamento dos irmãos e tantos outros.
    Gostei da atuação do roqueiro “Rick Springfield” que na verdade até me impressionou, pois também tava meio que na dúvida com esta aquisição. Mas ele deu show. No mais o PLOT dessa temporada tá fraco para ruim e espero realmente que corram atrás desse prejuízo. Foi o PIOR episódio de estréia de toda a história de SPN e seguido por um pior ainda. Claro, isso é minha opinião e de todos os meus colegas e família que são fiéis a série. Estou torcendo para que o terceiro me dê paz de espírito. rs

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