[Análise Hunter] “Calebrating the Life of Asa Fox”, por Vicki Wnxtr

Permitam-me começar pela conclusão: “Asa Fox” é meu episódio favorito até agora na 12ª temporada.

Teve monstro da semana, ou o tal retorno às raízes da 1ª temporada, com um roteiro que me prendeu;

Teve roteirista que fez a lição de casa;

Teve Dean lutando por Sam e vice-versa;

Teve a essência de Supernatural;

Teve alguém dizendo o que eu acho sobre o tal instinto materno;

Não teve o que me incomoda na série (ultimamente leia-se ‘anjos’)

Dividi a análise nos signos fantásticos vistos nesse ep e que são detalhes que me dão um orgulho incrível de ser fã dessa série:

  • os pingos de sangue na testa do Asa, que transportaram tanto Sam como Mary certamente para momentos de aflição. Adoro quando SPN atira na nossa cara um paralelo sobre os nossos personagens utilizando terceiros. O roteiro me fez gostar de Asa Fox como se fosse um amigo meu. Estava lá o fato de que Jody o conheceu caçador e depois de saber como era essa vida, após perder marido e filho e após adotar duas ex-monstrinhas. O caso entre eles era relativamente novo e, se eu não shipasse de leve Jody e Sam (danem-se os cabelos brancos que puseram nela e esse olhar maternal que ela adquiriu de repente), ficaria ainda mais chegada ao Asa. O cara está morto o tempo todo, mas o funeral nos aproximou dele por meio de um paralelo com a vida de Dean, Sam e da relação deles com Mary. Olha, belo roteiro mesmo. Se Sam não compreendesse a necessidade da mãe de se situar no atual estado de coisas, talvez aqueles pingos de sangue fizessem o trabalho, tendo o tamanho que têm para o enredo e a série e o fandom e a própria mitologia.
  • Mary descobre o rosto de Asa e vê um homem barbado. Cabô pra mim! Mary salvou um menininho, ajeitou os cabelinhos dele e o devolveu são e salvo para a mãe. Faltou só o proverbial cuspe no dedo pra limpar o rostinho angelical dele. Mary tinha dois menininhos, que não conseguiu salvar. Nem todo o cuspe do mundo, como nem todo o sangue do mundo os salvaria da vida que ela não queria para eles, os meninos por quem ela se aposentou, muito provavelmente pensando em manter-se longe do perigo para fazer o mesmo por eles. A mim parece que o tempo que ela pede para si não é “preciso caçar, não sou mãe de marmanjo”, mas “preciso olhar para vocês e não ver o fracasso que fui. Morri por um pacto que fiz e condenei meus filhos a essa vida que reneguei, embora viciada. Vejo diante de mim dois homens que não conheço e pelos quais devo ter um amor incondicional que sinto porque existe pressão sobre mim para sentir”. Sabe aqueles casos de gente que sofre acidentes com perda seletiva de memória? O resto do mundo segue igual, mas para aquela pessoa tudo mudou. Com Mary é o mesmo. Eu não me conformo que parte do fandom exija que ela ame Dean e Sam como nós amamos. Eles são estranhos para ela. Não há instinto materno que obrigue uma mãe a reconhecer essa pessoa 
    dean-37nessa pessoadean-4Volto ao paralelo com quem perdeu a memória e a família se dói porque a vítima não as ama mais; não se sabe se ela ficou olhando por eles no céu e não há canon que me prove que ela se lembre do que ocorreu no céu enquanto ela esteve morta, se a minha memória não estiver falhando. Penso que a única coisa que me faria torcer o nariz para ela é meu amor por Dean e a necessidade que sei que ele tem de colo. Sejamos bem francos, assim, brutalmente honestos: é só aquele passinho de Dean atrás quando ela quis dar-lhe um abraço que faz o povo ter raiva desse pedido de tempo de Mary, né não? Em suma, eu penso como Sam. ELE TAMBÉM é filho dela e compreende. Ele teve menos tempo com ela e compreende. Ah, mas Dean tem mais lembranças dela, Sam era um bebê. Isso não é culpa dela. “Ah, mas ela só viu Asa uma vez e pra ver o cara ela vem correndo!”, como disse o Dean. Tá bom, Dean. Ficou feliz por jogar essa na cara da tua mãe? Agora melhore. Quem garante que não era essa mesma a intenção dela, ir ao funeral para compreender por quê não vê aqueles dois barbados como seus bebezinhos? Ela não está renegando os filhos; ela não jurou nunca mais olhar nos olhos deles! Ela. Só. Pediu. Um. Tempo. Sam entendeu e eu entendo. Estranho um fandom que shipa irmãos ainda não ter shipado a mãe com algum dos filhos (aos olhos dela, digo, pra ficar menos creepy), já que eram completos estranhos. Ver Asa e o que aquele menino significou para ela trouxe essa noção e Mary sacou que tem afinal esse amor materno por aqueles gatos… digo, por Dean e Sam. Por último sobre isso, fica o aviso amigo de que estamos no 12×6 e que se Mary já fosse só amor por eles e avental e cozinha e bochechas sujas de farinha, além de extremamente incoerente (eu sentiria falta dessa aclimatação), galera depois ia reclamar que a temporada só tem filler. Demos tempo ao tempo.
  • Por quem Dean grita quando fica preso para fora da casa e vê perigo dos dois lados? SAM! SAMMY! […] ONDE ESTÁ MEU IRMÃO?! Pois é, caros amigos hunters! Em momentos de perigo extremo não há máscaras, não há tempo para raciocínio lógico. Não é a birra de Dean com Mary que o fez chamar por Sam, mas porque não há a menor dúvida, em momento algum, de que entre a mãe e o irmão, Dean salvaria aquele por quem viveu e literalmente morreu. A parte mais linda de Supernatural é a relação entre os irmãos e roteirista que faz a lição de casa não põe nem Mary no meio desse laço. Não sei quantos aqui têm UMA e apenas UMA pessoa com quem contar, por quem viver, por quem lutar. Já tive a triste oportunidade de ver um morador de rua chorar desesperadamente, como criança, ao perder seu cão num atropelamento. Não havia quem o consolasse, era possível sentir a dor dele como uma entidade. Aquele cão era a razão do rapaz para acordar e seguir lutando pelo mínimo necessário para viver e agora não estava mais lá. Juro, eu choro agora, só de lembrar. Imagine se o cão é seu irmão, seu sangue, sua única família, o único que compreende a existência digna de pesadelo de vocês, quem esteve ao seu lado sempre e que também morreria (e morreu) por você. Não, nem o status de mãe vence isso tudo aí.
  • O caráter “Detetive” do episódio. “Ask Jeeves” foi legal, bem divertido mesmo, mas “Asa Fox” teve essa pegada ‘Jael com uma faca na sala de jogos’ – que eu adoro – com muito mais propriedade. Os personagens eram muito bem definidos. Adorei os gêmeos e espero vê-los de novo (Max – lindo, por sinal – deve render uma nova menção do GLAAD para SPN); a mãe de Asa era uma atração à parte; Jody saiu do elemento em que a conhecíamos e mesmo o “culpado” Bucky era um cara legal, que curtia ‘causos’ de caçadas; Elvis era o novo Garth (não é à toa que eles tinham amigos em comum). Quem lê nosso site sabe que eu não sou a maior fã do plot dos anjos. Foi legal ali para confrontar o “bem” contra o “mal” (linhas bem tênues em SPN, graças aos deuses. Eu particularmente detesto maniqueísmo) e me deixar de boca aberta por mais de uma vez torcer para os chifrudos e compreender os argumentos de Lúcifer mais de uma vez, mas deu. Eles têm sido o calcanhar de Aquiles da nossa série e eu só me toquei que não estiveram no episódio no dia seguinte, legendando. A mim eles não fazem falta. Dê-me 12 temporadas de episódios “detetive” e por mim está tudo bem!
  • “Ela é um demônio! Nos os matamos!”, diz Mary, avançando sobre Jody. “Ela é Jody”, defende Sam. Mary tem seu momento Dean-antes-de-conhecer-Benny e quase mata uma das melhores amigas dos Winchester. É mais uma coisa para Mary aprender. Outro detalhe importante: nesse episódio, descobrimos que foi difícil para Mary parar de caçar e que pelo jeito isso só aconteceu quando já era mãe. Se por mais que tivesse tentado, Sam não conseguiu sair da vida de caçador, por que Mary conseguiria? Eles são heróis. Está no sangue deles acordar pensando que pode haver gente em perigo e que eles podem salvá-las.
  •  Billie. Ô que medo daquele final! Cobri a boca com as mãos e comecei a chorar. NÃO, MARY, NÃO! NÃO, BILLIE, NÃO!! Vi a merda voar no ventilador ali. Não, sério. Sério. Para. Falei “agora vai”. Billie disse tudo o que Mary sente e Mary dá aquela pausa de suspense (ai, ator que sabe dar pausa de intenção é um prazer de ver! Saibam: nem todos sabem e não é uma tarefa fácil) QUE VENHA O BACON!!! Mary, vai lá. Eu estarei aqui quando você voltar. Sam e eu papeando e tomando uma cerveja. O Dean também, mas fazendo biquinho. O que o deixa mais lindo ainda, porque o mais lindo em Dean é ser um homem feito, corajoso, heroico, incrível e cheio de camadas, o que o torna o melhor personagem da TV em todos os tempos, mas um traço dele é esse toque imaturo de quem cresceu rápido demais. Meu amor da TV.
  • Pararam pra pensar que Eleanor, a garota faladeira do ep anterior, e todos os caçadores desse ep podem estar nesse momento sendo mortos por Mr. Ketch apenas por terem tido contato com Dean e Sam? Pois é. Dói, né?
  • Pornô japonês, Dean? Quem nunca? 😉

PS LINDO: o modo como Sam não consegue não tocar na mãe. Ele sempre dá uma de Jared e tem que colocar o mãozão nela. AAWWWWWWWWW!

CARRY ON!

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14 thoughts on “[Análise Hunter] “Calebrating the Life of Asa Fox”, por Vicki Wnxtr

  1. Débora Lopes

    Caramba Vicki!! Dúvida cruel: gostei mais do episódio ou da sua análise??? Prá encurtar conversa: amei tanto um quanto outro! Sim, pontos positivos para o episódio num todo. A família está reunida, mas ainda não está pronta para viver junto. Sinto um aperto no coração por isso, mas… realmente todos precisam de tempo. Também acho que uma Mary suja de farinha, não agradaria. Gostei do carro azul que ela dirigiu no início do episódio. Gosto da Jody! Acho que reagiria como ela, diante de Mary. Bom, reagiria como ela, diante de qualquer um deles, na verdade!! Achei tão bonitinho, Sam e Dean pedindo que ela os deixasse ir ao velório. E que velório, diga-se de passagem. E, um aviso a Sam e Dean: SIM! VOCÊS SÃO CELEBRIDADES!! Amei as caras, bocas e embaraços, dos dois, diante das perguntas dos outros caçadores. E nesse episódio Elvis morreu mesmo!! Muito boa a cena! Assustadora até!! Enfim, um episódio com uma gama de personagens interessantes. Parecia um livro de Ágatha Christie (exagerei?).Prá fechar: Billie. Ô menina louca pra carregar os Winchester com ela!! Não conseguiu ainda os filhos, tentou a mãe também! Experta. Mas… de uma forma sutil, ela sempre estende uma mãozinha e acaba ajudando! E falando em mãozinha, enquanto o Dean fica cheio de bico e não me toques, o Sam está aproveitando. Vira e mexe, é ele que sai abraçado com a Mary, fica de conversa com ela… estou adorando isso. Era tão triste vê-lo sempre de perrengue com o John. Agora, mesmo que a Mary ainda não esteja direto com eles, ele aproveita cada momento para exercitar o papel de filho, que necessita do carinho da mãe. Dean chega lá também! Vai precisar de um pouco mais de bacon, mais chega!! Só mais uma coisinha… duas: lembrei no Mr.Ketch desde o episódio anterior. E também, não senti falta dos anjos e outros demônios. E é isso! Amor incondicional por Supernatural!! Parabéns Vicki! Beijos!!

  2. Mds!! Que isso? Análise perfeita, me identifiquei total, nossa Dean com certeza é o amor da TV mundial!

  3. Adriana

    Que eu adoro de paixão a análise de todos vcs… Não é novidade! Mas a sua análise… Condiz certamente com tudo o q eu penso!!
    O Dean todo preocupado com o irmãozinho dele… Awnn!! Vdd nem o status de mãe é maior q isso, quanto a Mary e os meninos… Logo acertaram as diferenças!! O Mr.ketch não pode matar geral… Aquele son of a bitch!

  4. Cris

    Vicki, sinta-se aplaudida de pé!… de novo.
    A disputa entre o seu talento pra colocar “nossos” sentimentos escancarados na analise e a beleza que foi esse episódio ta acirrada viu!
    Dean de biquinho é show à parte. Realmente, o melhor personagem da tv, e meu amor tambem ( sem ciúme, tá?). Ele cresceu mesmo muito rapido. Ja foi dito mais de uma vez na série que ele ( nem Sam) não teve infancia. E isso é doído de ouvir.
    Quanto a Sam levar vantagem por conseguir compreender a mãe por não ter lembrança de vivencia com ela, é só uma vantagem. Não diminui em nada a necessidade que ele tem de carinho, nem a faltya que a mãe lhe fez. Mas na minha opinião. as lembranças do garotinho de 4 anos pesam um pouco nisso. Ainda mais porque Dean ainda não se deu conta, mas ele tambem não reconhece Mary como a mãe de quem ele se lembra; ela é tão estranha pra ele quanto ele pra ela. Mas nosso lindo prefere fazer beicinho, fazer o que , né? O negocio é aproveitar pra babar na tela da tv, porque ele realmente fica muito lindo agindo assim, como isso é possivel eu ainda não sei. Mas que fica, fica!
    Enquanto isso, Sam tira o merecido atraso.
    No mais, sua analise disse tudo. Tava tudo muito perfeito nesse episodio. Tudo muito bem dosado. E te confesso que eu tava com medo desse episodio, por conta de quem ficou responsavel.
    A novidade mesmo fica por conta do seu ship Sam- Judy. Isso não tinha me passado pela cabeça, mas sabe que até que eles combinam?
    Olha aí o que ce fez!Não vou mais conseguir parar de prestar atençaõ na dinâmica desses dois! rsrsrs
    Pra concluir, to amando a temporada!
    Beijo!

  5. Cris

    Voltei!
    Sabe o que me passou pela cabeça enquanto a Billy fazia sua proposta pros Winchester?
    To achando que a Mary vai acabar saindo de cena em troca da ceifeira deixar ( mais uma vez) um dos seus filhos continuar vivendo. E ja to com o coração na mão por conta disso.

    1. Débora Lopes

      Oi Cris! A verdade é que vivemos com o coração na mão, não é mesmo? Supernatural não nos dá refresco! Mas… quem disse que estamos reclamando. Ao contrário, né? Estou muito feliz com esse início de temporada – pé no chão -.E mesmo odiando os homens de letras babacas, acredito que teremos episódios emocionantes quando os meninos encontrarem Mr.Ketch. A chaToni, gostaria que ela tivesse um ótimo encontro com Lúcifer. E quanto a Billie…. não duvido da sua teoria. Ela é até mais “encanada” pelos Winchesters, que nós mesmas. E daí, querida amiga, vou providenciar uma caixinha bem bonita pra deixarmos nossos corações descansando, porque estaremos com as mãos cobrindo nossos olhos. Ou não!! Beijos Cris!!

      1. Cris

        rsrsrsrsrs
        Debora, mas tem que ser uma caixinha com chave heim!
        Se não, os danadinhos vão sair saltando do mesmo jeito.Os episodios eswtão muito equilibrados por enquanto. E acima da media na minha opinião; e acho que só tende a melhorar.
        Quanto a reclamar, isso jamais, a não ser no helhatus, né?
        Beijo Deb!!

  6. Andréia Pereira

    Não vi o episódio ainda,mas confio em tudo que vc disse Vicky e em relação ao meu amado Dean,faço minha as suas palavras.
    Pra mim são 10 anos de amor pelo Dean (e mais amor ainda por quem o faz!)e mesmo assim consigo ver o lado da Mary,concordo com tudo que vc falou dela.
    Tô amando esse início de temporada,beijos pra todos.

  7. Juliana

    Noooossssaaaaa, sei nem o que dizer dessa análise! Sei nem o que dizer desse episódio. Sei nem que eu to fazendo aqui! rs
    Eu amei. Ah como eu amei! Naquela parte que ele diz: Kd meu irmão? senti exatamente isso que você disse, que não importa quem está no meio, o negócio é Sam e Dean e ponto final!
    Não acredito que tem fandom dando chilique querendo que a Mary os ame assim, num estalar de dedos. Sério mesmo? Gente, eu acho que o assunto tá sendo abordado do jeitin que tem que ser. Ela os ama sim, mas ela ama os filhos que lembra. Ela acha correto amar esses dois homens feitos, mas não consegue sentir essa intensidade toda. Quer um tempo. Quer entender. Tem um super fato importante que é: o marido dela morreu! Já pensou que loucura isso. Quando ela morreu ela era casada com o amor da vida dela. Mesmo que tenhamos descoberto, naquele episódio que os meninos estão no céu e tem lá suas memórias, que o casamento deles não era perfeito (como nenhum casamento na face da Terra é), eles se amavam. Ela fez um pacto para salvar a vida do John afinal! E de repente ela está num mundo onde John não existe mais. Só um diário cheio de lembranças malucas. Só restou a dor de descobrir o quanto a morte dela mudou a vida da família que ela tanto quis proteger. Como alguém pode ser insensível ao ponto de não entender isso, gente?!
    Enfim.. gostei muito do episódio, achei bem legal essa volta às raízes e esses detalhes que a gente entende, como bem lembrado por vc, o sangue pingando na testa de Asa…. ah supernatural…
    E tenho que concordar: Dean é o melhor personagem da TV de todos os tempos meeeeeeexxxxmo! Cresceu rápido demais, é todo impulso, mas também é medo. É todo coragem, mas também é carente.
    Bom, vamos esperar o próximo né! Ansiosa já hahahahaha
    Bjs e obrigada por essa BRILHANTE análise!

  8. Danilo Borges

    Ultimamente não vou negar que eu fico sem vontade de escrever meus comentários a respeito do episódio, mas esse vou abrir uma exceção. Para mim foi o melhor episódio até agora. Vou dar minha opinião separadamente. Em comparação com a 11, essa temporada começou na medida certa. Tipo na 11 nos bombardearam com revelações atras de revelações, e ai depois a temporada esfriou de tal maneira que o final não me agradou. Essa 12 tá mais simples, mas acertando muito. O retorno da Mary me agradou muito e desde o inicio eu torci para que ela “saisse de cena”, para se reintegrar com o mundo, e foi isso o que ela fez e ainda está fazendo. Esse plot dela para mim é perfeito. Ela voltar da morte e ficar de decoração lá no bunker não cola não. Quanto a Billie eu acho ela magistral. Ela está ali fazendo o seu trabalho, agora referente a “NOVA MORTE”, bem que eles poderiam criar uma “sub-historia” referente a isso, (nem sei se existe essa palavra). A Billie é imponente, suprema. :D. O final fechou com chave de ouro, com a Mary recusando a oferta. Eu até bati palma quando isso aconteceu. kkkkk. Essa é a vantagem de assistir sozinho, podemos realizar as loucuras sem intervenção. Agora em empolguei para escrever, nem sei se alguem vai ler. Não gosto do casal Jody/Sam. Gostava mais da Jody com cabelo longo. Tambem nao senti falta dos anjos, e gostei muito de um dos demonios sair do esconderijo e fazer a unica que prestam para fazer: MATAR? Agora todos os caçadores serem possuidos, eles não deveriam usar amuletos “anti-possessão?” Ao mais eu gostei. Só comentando um pouco sobre os Homens de Letras: foooodas… Toni ainda vai aprontar muito e espero que ela apanhe de novo da Mary. kkkkkkkkkk

    1. Débora Lopes

      Oi Danilo!! Ao contrário de você, eu sou compulsiva por escrever! E muito mais, por ler!! Então… por favor, escreva e comente mais vezes. Adorei! Se empolgue outras vezes. E me junto a você na torcida: tomara que a Toni leve outra surra da Mary!! Abraços

  9. Leonzinho

    Olha, sou eu, que estava há horas atrás reclamando do péssimo “The One You’ve Been Waiting For” voltando aqui pra elogiar esse brilhante episódio.
    Sua análise engrandeceu ainda mais o episódio Vicki. Foi perfeita.
    Sendo breve, adorei ver um “demônio ruim” novamente. Um que se sinta feliz só massacrando o sentimento dos outros. E um que mesmo sendo mau não era o real vilão do episódio. Afinal, nem foi ele que matou o Asa não é mesmo!?
    Se lá na 9ª temporada, Bloodline acabou sendo um indesejável flop pra nós hunters, Celebrating The Life of Asa Fox se encaixaria muito bem no papel de Spin-Off. Em menos de 5 minutos já estava morrendo de amores pelos gêmeos bruxos caçadores! #mejulguem
    “Papai dizia que eles eram barulhentos”. Que belíssima definição John… hahahaha eu já estava me esquecendo que era um velório. E nem falem “Wendigo” porque senão… kkkkk
    Billie é uma aquisição tão boa pra série… acho hiper apropriado ela estar insatisfeita com o retorno da Mary, afinal, se tem algo que ela deixou claro que não apoia é essa ida e vinda dos Winchester.
    Enfim, esse é um daqueles episódio com toque nostálgicos e nos deixa com uma sensação de alegria tão grande que queremos outro igual logo em seguida!
    Que venha mais então!!!

    1. Cris

      To contigo Leonzinho! Esse episodio como spin- off super funcionaria.Foi bem dosado, bem dirigido, bem interpretado (pra variar), enfim: foi na medida. Tambem quero outro na mesma vibe.

  10. RAFAEL M OLIVEIRA

    Qual o nome da música que ta tocando quando eles chegam na casa do Asa?

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