[Análise Hunter] 12×11 – “Regarding Dean”

Foi o melhor roteiro que Supernatural já viu? Foi a trama mais intrigante de todos os tempos? Foi suuuuper relacionada com o plot da temporada? Teve mitologia pra caramba? Foi lotado de ação? Teve um monstro incrível?
A resposta para todas essas perguntas a respeito de “Regarding Dean” é NÃO.
Outra pergunta para a qual eu responderia com um sonoro NÃO seria “Então você achou o episódio inútil?”

De maneira nenhuma, muito pelo contrário.

Jared, Jensen, Misha, Mark, Ruth, Andrew Dabb e Robert Singer deram o mesmo texto na Comic Con de San Diego desse ano: “Supernatural volta às origens. Haverá um objetivo a ser alcançado, mas a fórmula ‘monstro da semana, caçadas mais simples’ estará de volta”. Esse 12×11 foi exatamente isso, como tem sido essa temporada. Até existe plot demais, se formos bem honestos. Temos Lúcifer, o nefilim, a presença de Mary, a morte de Billie (depois que a Morte e sua melhor funcionária morreram, quem vai levar os mortos?) e os Homens das Letras Britânicos para apimentar a caçada da semana, enquanto na 1a temporada tínhamos “onde está John?”, ou seja, de falta de enredo não dá pra reclamar. Resta saber se os HdLB passaram mesmo pro lado do bem (aham… sei, sei), se Mary está mesmo dando ouvidos a Mick e se esse nefilim é ameaça tão grande assim. Se eu bem me lembro,  já houve um filho de humano com anjo na Terra e não parecia nada absurdo. Tá bom, esse é o ‘fio do Demo’, mas mesmo assim eu preciso de mais explicação, como “será que um filho de Lulu não estaria arregaçando a moça por dentro?”. Sei lá… lembra que Sam era o receptáculo perfeito e que todos os outros definhavam?
Outra explicação importante que eles nos devem — e é só o que eu vou dizer sobre isso, até porque nem é desse episódio: os roteiristas precisam decidir a quantas andam os poderes de Castiel. Ele recobrou a Graça ou não? Tem seus poderes de volta ou não? Poderia ter ouvido a prece dos irmãos ou não? Tá. Parei. Falou, valeu.

Vamos lembrar Dean.

E lembrar especialmente que, quando Dean pensava em desespero no esquecimento total, em perder todas as melhores e piores lembranças da vida, o medo era perder a lembrança de Sam. Conclui-se que Sam foi, sim, extremamente importante para o episódio, pois que era o principal objetivo da cura. Não existe Dean sem Sam e vice-versa. Isso é o que eu mais amo em Supernatural e é isso que me faz voltar mesmo se o roteiro não for o melhor, se a trama não for a mais intrigante, se o episódio não for suuuper relacionado ao plot e se a mitologia não for lá essas coisas.
Ação até teve. Digamos que a direção sensacional de John Badham (é, eu sou fã do cara) colocou ação em um ep que talvez não tivesse tanto movimento no papel. Foram as tomadas muito criativas e a sequência não linear que salvaram o episódio, junto, obviamente, com a cena do espe… calma. Essa cena merece um parágrafo, um tratado, uma tese, um livro só pra ela.
Quem assistiu “Amnésia” (Memento, filme de 2000, dirigido por Christopher Nolan) notou algumas referências claras. O título remete a “Regarding Henry”, filme com tema similar e Harrison Ford no papel principal, mas os post-its e a ação estão mais para Amnésia, como eles citam em dado momento.

Guardemos um momento em especial para rir do post-it “NÃO!” no lançador de granadas. Eu gargalhei.

Sam e Dean estão caçando algo que matou um homem sufocado com dinheiro. Descobrem que foi obra de bruxos e quando Dean intercepta um deles, é atingido por um feitiço que o faz perder a memória gradativamente. A trama enriquece aí, porque a edição picada nos faz viajar numa montanha russa em que só percebemos o desespero dos irmãos para que Dean não esqueça que é Dean e acabe morrendo. A morte não é problema, como vamos logo notar, mas tanto o caçula quanto o mais velho não suportam a ideia de perderem a memória que Dean tem de Sam. Nenhum dos dois quer perder essa conexão, que é a única que têm na vida. Os roteiristas estão tendo muito cuidado em não criar entre eles e Mary um vínculo que talvez ficasse forçado (porque a maioria tem uma noção idealizada da figura da mãe), já que eles não a tiveram por tanto tempo. Penso que tanto Dean e Sam quanto os roteiristas mantêm essa distância segura de Mary para não manchar a sacralidade da figura dela. A série só existe porque ela morreu; um passo em falso e ela pode cair do pedestal para todo mundo. E é por esse motivo que eu acho que ela vai dar um baile nos britânicos. Mary já era uma caçadora experiente quando teve os filhos e não seria inocente assim. Isso é teoria, tá? Não estou contando spoiler. Tudo isso para enfatizar meu argumento de que o amor por Mary e a amizade de Castiel não chegam a uma fração ínfima do que um mano ali significa pro outro. O que nos leva à cena do espel… Calma. Mais um pouquinho.

Doeu ver Dean feliz e sem grandes preocupações por representar um contraste horrível com o caçador torturado que vemos sempre. Pedimos tanto (eu sei que eu pedi) um ep que tirasse esse peso dos ombros dele e quando aconteceu, foi tortura p nós também. Cada sorriso, cada piadinha, cada descoberta tragicômica dele (“Eu nunca vi um cadáver!”) me lembrava o quanto ele NÃO É assim, o quanto ele tem plena ciência de quantos assassinatos cometeu pensando que era melhor matar um para salvar cem ou às vezes para salvar o mundo. De quanta dor ele carrega, quanta preocupação, quanta mágoa, quanto terror, quantas imagens nefastas pipocam naquela mente sofrida. Inclusive as lembranças que dão a ele a certeza de que o mesmo ocorre com Sam.

Assim como aconteceu com a Bella Talbot na terceira temporada, assim que ouvi Catrina contando a história de Rowena quando criança eu a perdoei por (quase) tudo. Quanta miséria. Que vidinha horrorosa ela teve. Não é à toa que seu mantra é “só o poder importa”! Eu tive pena. E vocês?

Nesse ponto eu sou grata ao roteiro por ter tido simplicidade o bastante para deixar que os atores trabalhassem. Quando tudo é ação e efeitos especiais, sobra pouco espaço para o que o ator mais gosta, que é trabalhar com a realidade do personagem. Pergunte a qualquer ator/atriz e eu duvido que você vai ouvir que el@ ama contracenar com uma bola de tênis num estúdio verde (chroma key). As cenas entre os três fluíram como se o elenco estivesse lotado de gente e o resultado foi um episódio que pareceu passar em 10 minutos. Sam e Dean sentados no banheiro e vemos que o grandão acabou de contar ao mais velho como é a vida deles e o que Dean representa para a humanidade. A conclusão de Dean não poderia ser mais “Dean”: “Passei por tudo isso e é essa bobagem que vai me matar”. Só o que ele pensa é na sensação de desperdício. Sem contar a aflição nos olhos de Sam. Mesmo no final — Dean fdp ainda tem coragem de zoar o coitadinho do irmão!! — sequer a menção de que o antídoto não teria dado certo gera em Sam uma expressão que me cortou o coração… Tenho certeza de que foi bem pior do que quando o Dean comeu todos os doces dele no Halloween. Isso não se faz, Dean!!
Depois de 11 temporadas e meia, estou certa de que bastaria pensar no que seria viver sem o outro J e a tristeza vem fácil pra eles. Jensen e Jared já disseram que não são atores de método (só posso imaginar o que fariam se fossem, pois essa bagagem só os enriqueceria), então creio que se apoiem em lembranças reais para criar cenas, ou seja, o que seria para Jared se Jensen simplesmente esquecesse a amizade que vem desde 2005. Afff, nem eu quero pensar. Pronto! Fórmula para cenas incríveis.
O que nos leva finalmente àquela que entra para mim no hall das melhores cenas da série: Dean esquecendo de si mesmo e de toda a sua vida diante do espelho. A cada frase uma informação desaparece, na mesma medida em que cresce o desespero, que vemos nos olhos de Dean. Vemos a concentração nos olhos de Jensen, que apaga pouco a pouco o que há de Dean dentro de si. A cada segundo há mais dor, principalmente se pensarmos que essa dor também seria esquecida e revivida a cada ciclo de idas e vindas das lembranças. Ele até fica feliz daqui a pouco, mas vai cair de novo quando se der conta de que está TUDO se esvaindo da sua mente para a qualquer momento para não mais voltar.
A forma como a direção nos lembra disso (e ao Sam) o tempo todo é quase mais torturante do que o feitiço.

Levante a mão quem, como eu, terminou “Regarding Dean” se sentindo uma pessoa pior porque prefere que ele viva atormentado com suas lembranças terríveis do que confortavelmente entorpecido, como diria a música. É a escolha entre a pílula azul ou a vermelha em Matrix, mas isso é filosofia. Um dia a gente discute isso numa mesa de bar.

Menção honrosa para a APETITOSA cena de Dean montando Larry. Por mais cenas de Cowboy!Dean!!!

CARRY ON!

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27 thoughts on “[Análise Hunter] 12×11 – “Regarding Dean”

  1. Cris

    hello, Vicki!
    Adorei a inclusão de pink foyd. E arrepiei!
    Nem pensar em Dean não sendo Dean. Quero o lindo com toda a bagagem de merda que traz consigo. Assim como a morte de Mary é a causa pra série existir, os meninos terem se tornado quem eles são é o motivo pra ela continuar firme e forte. Impenssavel ser diferente.
    Voce está certa quando diz que o roteiro nem foi tudo isso, que teve até falhas. De certa forma foi até leve, e acho que por isso mesmo foi genial.
    Ce pega o mesmo roteiro, com gente talentosa interpretando, tira o peso de 12 anos de história, muda uma coisinha aqui outra ali, pra dar qualquer coerencia ao inicio e pronto: uma “comedia leve de sessão da tarde”!rsrsrs
    Até parece que falou uma entendida da coisa…
    E quem disse que não teve plot? Alguem mais prestou atençaõ na Rowena contando pro Dean que os homens das letras britanicos foram meio que responsaveis por ferrarem com a vida dela?
    Pode ser que isso pare por aí, e não seria a 1ª vez que uma informação até relevante cairia no esquecimento assim do nada. Até personagem ja caiu, né…
    Pra mim a formula monstro da semana a la primeiras temporadas vai indo muito bem. E quem não ama quando o foco é nos irmãos? E sim: a gente rasga mesmo seda pras atuações desses dois. Porque?
    Porque eles fazem por merecer, só isso.
    A cena do espelho ilustra isso muito bem; a do banheiro acho que melhor ainda.
    Mas tenho que confessar que deu vontade de bater no Dean! A cena onde ele trola o Sam… poxa vida!
    Será que só eu vi desespero maior naqueles segundinhos? Tadinho do gigante.
    Eu só consegui ver Dean livre de tudo que carrega na cena final,com mais uma musica escolhida a dedo, a cena do touro, do riso solto. Porque durante o episódio, foi tortura mesmo.A cada pastelada do Dean, a cada olhar confuso do Sam, eu só perguntava onde isso vai dar…
    Acho que o final amarrou muito bem a ideia que quiseram passar, de como seria um Dean sem culpa.
    Mas não se aplica. Eles tem que estar na estrada, afiados, culpados e cientes da importancia que tem
    E mais uma coisinha pra concordar 100% com voce: tudo o que voce escreveu sobre a Mary faz todo sentido do mundo. Se não for bem dosada e bem executada, por mais talentosa que seja a Samantha, a inclusão da Mary na série pode cagar com tudo.

  2. Surya Bueno

    Esse episódio foi um dos mais intrigantes e complicados de comentar. Dividido entre atuações incríveis e um roteiro light (até com falhas) ficamos novamente divididos em comentar o resultado como um todo. Repare que em nenhum momento os fãs discutem “o episódio”. Tudo o que é lembrado são sempre os momentos dos Js. Claro, que particularmente a cena do banheiro que foi de cortar o coração. Mas são cenas tão grandiosas que a essência da história de MOTW serviu somente para o pano de fundo da oportunidade de mostrar como seria um Dean sem ser Dean somente. Sim, teremos ótimos momentos em um bar ou em uma ótima lanchonete rockabily discutindo esse episódio que nos faz lembrar sempre que esqueça da história e se lembre sempre do Dean…

  3. Andréia Pereira

    Gostei muito da sua análise Vicki,só que peço licença pra vc e pra os demais.
    Esse episódio não está deixando o meu lado racional entrar ação.
    Me perdoem,mas a fã extremamente PASSIONAL não encontrou nenhum defeito nesse episódio.
    Eu simplesmente amei,amei,amei,amei,amei,amei,amei,amei tudo.
    Amei o nosso amado Sam desesperado pra salvar o irmão.
    Eu tbm enxergo que toďa vez que Jensen e Jared fazem uma cena na qual Dean e Sam temem perder um a outro,eles no momento da cena,pensam na amizade deles na vida real é aí a cena fica extremamente real,a dor da eminência da perda é real.
    Amei a Rowena nesse episódio,logo eu que acho ela meio que desnecessária.
    Eu amo Supernatural a quase 11 anos.
    E como todos os fãs de verdade da série,sofri e muito quando ela desandou naquele recomeço,que pra mim começou no final da quinta temporada e se estendeu até mais da metade da sexta temporada.
    Não estou desfazendo dos fãs mais novos da série,eu não engulo muito bem os “assistidores de série”que parece não ter apresso nenhum aos personagens e a história.
    Voltando ao episódio,amei a história,achei ela simples e objetiva.
    Peço paciência comigo mais uma vez gente,porque a fã incondicional vai tentar descrever o que foi o Jensen nesse episódio.
    Incrível,maravilhoso,não consigo descrever sua atuação.
    Eu só sei que eu amei muito.
    Amei todos os os momentos do Jensen nesse episódio.
    Tenho tanto orgulho desse homem lindo cheio de talentos.
    Ele me faz amar um personagem como nunca pensei amaria.
    Que final de episódio lindo.
    Gente eu amei o Jensen com o Larry,logo eu que amo a figura do cowboy,mas não gosta de rodeios.
    Ver o Jensen montando aquele touro mecânico,abalou as minhas estruturas.
    E cena do espelho?
    Mais uma pra galeria de cenas memoráveis do Jensen,meu coração doeu muito naquele momento.
    Beijos e abraços pra todos.

  4. Aparecida

    Andreia Pereira estou com voce:amei, amei, amei e amei.Foi um episódio perfeito em todos os momentos, entrou no meu top dez. A música no final fechou com chave de ouro, parecia uma música feita para aquele episódio. Já assisti umas 20 vezes e não canso de assistir “PERFEITO”

    1. Cris

      Em resposta a Aparecida
      rsrsrsrs
      Aparecida e Andreia,só pra dizer: eu tambem amei, amei, amei, amei!
      Com supernatural é assim: se voce é fã, voce AMA, mesmo que às vezes critique.
      Quanto a perfeição da atuação dos meninos(e dos meninos), nada a comentar.

  5. Andréia Pereira

    Oi Aparecida,e tem como não amar esse episódio?
    Acho que ele entrou pra o meu top 5 de episódios mais amados.

  6. Andréia Pereira

    Quem ama tbm faz críticas Cris,mas no caso desse episódio,o meu coração não para de dar pulos de alegria.

  7. Cris

    Em resposta a Andréia Pereira
    No caso aí Andreia, nem foi bem uma critica. É que eu acho que coloquei as expectativas lá em cima, esperando um episodio muito mais dramatico. Mas eles dosaram muito bem as coisas, e ficou sim lindo de ver.
    Espero que seu coraçãozinho se mantenha dentro do peito até o fim da temporada, mas que continue dando cambalhotas de alegria! E quero te acompanhar nisso!!

    1. cris

      Não esquenta flor! O importante é a troca de ideias que rola aqui. Beijos!

  8. Andréia Pereira

    Não Cris,eu não quis dizer que vc criticou o episódio,depois que eu postei o comentário,me dei conta que eu tinha me expressando mal.
    Que isso menina!Suas observações foram ótimas!

    1. cris

      Não esquenta flor! O importante é o papo e a troca de ideias que rola por aqui. Beijos!

  9. Clarice Hubert

    Vicki you nailed girl… yes you did… congrats

  10. Andréia Pereira

    Eu tbm quero te acompanhar por essa longa estrada,abraços querida

  11. Mich Sousa

    minha gente, pra mim , foi o MELHOR da temporada. Foi perfeito como eles conseguiram trabalhar um tema aparentemente simples. a atuação do Jensen foi perfeita na cena do banheiro. fiquei emocionada. foi um episodio sem muita ligação com o plot, mas pra mim tinha tudo que faz com q supernatural seja a serie que amo amo amo. não tinha Mary( que ainda hj não engulo) nem Crowley nem Castiel, que na minha humilde opnião, já tá forçando a barra demais. e Vixk, partilho da mesma opnião q vc: o amor fraternal dos meninos um pelo outro é bem maior que qualquer outro relacionamento com outro personagem. eles dependem inteiramente um do outro e esse vinculo é insubstituivel e incomparável. meus meninos mais uma vez me emocionaram com suas atuações.

  12. Aparecida

    Sou muito fã da série e apaixonada pelos meninos e essa temporada em minha opinião está ótima. Muito amor envolvido Né Andreia e Cris KKKKKK

  13. Débora Lopes

    Ai meu Deus! Estou precisando tomar um calmante!! Quanta coisa boa acontecendo. Nem sei por onde começar!
    Primeiro:- equipe Supernatural is life: parabéns! Não consegui ver tudo ainda, mas o que já vi, eu amei. Obrigada! O espaço que era maravilhoso, agora está incrível!!
    Segundo: análise… emocionante! Não tenho outra definição e só posso agradecer: obrigada Vicki!
    Terceiro: o episódio! Eu tenho tantos sentimentos em relação a ele, que simplesmente, até agora não consegui trocar em palavras. Como as meninas já disseram, eu também AMEI! Conforme o episódio foi acontecendo, o sorriso estampado no rosto que eu cheguei a ter no início, foi sumindo. O que parecia engraçado com as bobagens feitas pelo Dean, a medida que a memória dele ia sumindo, tornou-se desesperador, como o olhar do Sam, quando ele disse a Rowena, que aquela situação era pior que as vezes que ele viu o irmão morrer. A dor tornou-se palpável e culminou com a cena do espelho. Linda e trágica ao mesmo tempo. E eu não sei mais o que dizer, mas continuo com o coração na mão, toda vez que assisto ao episódio. E já foram algumas vezes! Eu entendo quando as pessoas reclamam das pisadas de bola, que a série sofreu em determinados momentos. Eu entendo, que ao longo dessas doze temporadas, nem tudo foram flores, mas…. eu ainda não preciso de “bilhetinhos” espalhados, para lembrar que Supernatural é a série que eu AMO! Ninguém precisa reavivar minha memória, porque meu coração pertence a esses dois personagens incríveis. Se alguém não gostou desse episódio, esse sim, não está com a memória boa!
    Vicki, você perguntou se ao final do episódio não estávamos nos sentindo pior, porque assim como o Sam, nós queríamos um Dean inteiro, mesmo com todas as dores do mundo. Eu não digo que me senti melhor, mas em paz. Porque mesmo diante de toda a miséria e peso que eles carregam, mais uma vez, eles mostraram o quanto o amor fraterno é incrivelmente forte entre eles. Quando Sam e Dean falam: nós vamos dar um jeito. Eles dão.E isso traz uma paz infinita. Esse episódio foi carregado de belos momentos. Rowena – ela continua uma bruxa, mas nesse episódio ela foi (pelo menos prá mim) uma fada! Os bilhetinhos em pontos estratégicos ( no lançador de granadas, um NO em letras garrafais). A cena do banheiro e do espelho. Dean “torturando” o Sam, fazendo de conta que o feitiço não tinha acabado… eu sei que esse episódio foi do Jensen/Dean, mas louvores ao Jared/Sam que consegue dizer tanta coisa, somente com o olhar e um sorriso triste! Meu coração fica estraçalhado! E prá rasgar mais um pouco de seda ( né Cris?)… as junção de todas as cenas, mais o touro mecânico, embaladas por uma canção carregada de sentimentos. E é isso. E ainda me perguntam, por que assisto a Supernatural. Beijos!!

  14. cris

    Rsrsrsrsrs
    A gente rasga seda, tafetá, cetim…
    Comentei assim que acabei de assistir a o episodio, bem zonza ainda com o que tinha visto.
    Eu fui pra esse episodio esperando algo tão dramatico quanto foi red meat, e não foi absolutamente isso que eu achei. Acho que por isso demorei pra aterrissar.
    Mas não dá pra esperar Jensen Ackles não explorando num só eísódio, a comedia e a trajédia. O resultado? A gente acaba ganhando em dobro! O cara é bom mesmo, não há o que dizer. E o seu menino gigante não fica nem um tantinho atrás. Falar com os plhos é com ele mesmo! Eita duplinha boa!!
    E que canção linda a do final, heim menina?
    Vou rever de novo com toda certeza,porque sofrencia pouca é bobagem!

    1. Débora Lopes

      Cris, adorei… sofrência pouca é bobagem!!
      Só mais uma coisinha… os bilhetinhos (post-it): achei uma forma tão carinhosa de ajudar ao Dean. Observando o episódio, é possível ver bilhetinhos espalhados pelo quarto todo. E depois na Baby também!! Coisas de Sam Winchester!! Fofo!!

      1. cris

        O “Samuel” é uma graça mesmo! rsrsrsrs

  15. cris

    Ah! Sobre o “nosso” espaço novo: Adorei!

  16. Eu amei a casa nova , como sua analise coincide com o que penso . Não posso comentar muito pois tenho que sair para o trabalho. ASSIM .volto amanha pra detalhar melhor . Beijos

  17. Ana Celia

    Gostei muito do episodio. Assim como o anterior, Achei-o diferente, levando a temporada a tomar outros rumos… . O roteiro está muito bom e também senti dificuldades em analisa-lo, devido á inúmeras situações inusitadas. Contudo o que mais me chamou atenção foi a abordagem do esquecimento do Dean, que mais se assemelhou ás fases da Doença de Alzheimer. Dean, ali no banheiro, era a própria Alice ( Julianne Moore), a professora universitária que sofre com Mal de Alzheimer em “Para Sempre Alice”, que ganhou a estatueta do Oscar 2015.

  18. Ana Celia

    Quero parabenizar o pessoal de Supernatural is life, pelo novo espaço. Ainda estou me adaptando com o novo… . Senti falta do Castiel…, por que ele não apareceu para ajudar o Dean? Será que aconteceu algo com o Micha?

    1. Obrigada, Ana Célia! Na verdade, ele tá mais fácil que o antigo. Os artigos novíssimos ficam bem na cara, no destaque e no Bunker. Passado um tempinho. Eles vão pro Guia de Caça (basicamente as matérias que não são mais tão quentes e artigos dessa temporada). No Diário do John vai tudo o que é histórico, épico, que merece destaque desde que começamos, mas em caso de dúvida, escreva pra nós, ok?
      Quanto ao Cas, foi como eu perguntei: a quantas anda o anjo, seus poderes e tal? Ele veio a aparecer no ep seguinte e deu pra sacar um pouquiiiinho de como ele anda, mas mesmo assim os roteiristas andam nos devendo essa. Beijo e obrigada por vir hoje e sempre!

  19. Danilo Borges

    Esse episódio foi muito legal. Amei a participação da Rowena. Gente eu não observo mais a Rowena como uma vilá, sei lá. Eu gosto muito dela. o objetivo dela claro era pegar o livro por isso ela apareceu, mas ela não tem nenhum objetivo maligno para com o mundo, rsrsrs. Para mim ela continua até o final. Sobre os meninos realmente é nitida a sintonia dos dois, o amor o companheirismo. É muito comum em Supernatural eles dosarem episodios comicos com dramaticos, como foi esse ultimo. Agora todo mundo tem telefone de todo mundo neh? kkkkkkkkkkk Da bruxa, do anjo e do demônio. Todo mundo se atualizou. kkkkkkk. Gostei também que ligaram o passado da Rowena aos homens de letras britânicos. Ao mais não tenho mais o que comentar, tudo que eu senti com o episódio foi expresso acima. Agora vamos aguardar os demais episodios, que espero não sair muito fora do arco principal.

    1. É verdade. Rowena já é de casa! E sim, tá meio fácil falar com todo mundo. Será que eles têm um plano de celular em conjunto?
      Obrigada por escrever, Danilo!

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